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ECONOMIA

Cade aprova venda da Starbucks para dona do Burger King

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição dos ativos da Starbucks no Brasil pela Zamp, operadora do Burger King.

A transação, anunciada em junho, foi considerada irrelevante para a concorrência pelo superintendente-geral do Cade, Alexandre Barreto de Souza, que afirmou que o negócio “não suscita quaisquer preocupações concorrenciais”.

A Zamp já atua no Brasil com a administração das redes de fast-food Burger King e Popeyes e é controlada indiretamente pelo fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala.

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No Brasil, a Starbucks era operada pelo Grupo SouthRock e entrou com pedido de recuperação judicial no final do ano passado.

A operação da rede de cafeterias no país inclui cerca de 130 lojas, das quais 42 estão localizadas na cidade de São Paulo.

Transação com Starbucks expande negócios da Zamp

Segundo as empresas envolvidas, a compra oferece à Zamp a chance de diversificar e expandir seu portfólio de negócios no Brasil.

Leia também: “Dona do Burger King compra operação da Starbucks no Brasil por R$ 120 milhões”

As empresas afirmaram ao Cade que, para a Zamp, a transação representa uma oportunidade de ampliar e diversificar o portfólio de negócios no Brasil. Já para a o Grupo SouthRock, o negócio vai gerar os recursos necessários à manutenção das atividades e ao processo de recuperação financeira.

A Zamp adquiriu os ativos da Starbucks no Brasil por R$ 120 milhões e firmou contratos em junho com a Starbucks Corporation para desenvoler as operações da rede de cafeterias no país.

BRASIL

Degradação na Amazônia cresce 482% em 2025, governo e Marina Silva se calam sobre dados

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Dados alarmantes revelam que a degradação da Amazônia disparou 482% em 2025. Ambientalistas cobram explicações do governo Lula e da ministra Marina Silva, que até o momento evitam se pronunciar sobre os números. A ausência de respostas levanta suspeitas de ineficiência na gestão ambiental e fragilidade no combate ao desmatamento ilegal na região.

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BRASIL

Bolsonaro lidera em Minas Gerais para 2026 com 33,3%, enquanto Lula fica com 28,6%, diz Paraná Pesquisas

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Pesquisa aponta liderança de Bolsonaro em Minas Gerais para 2026

Um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 26 e 30 de março de 2025 revelou o cenário das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 em Minas Gerais. O estudo ouviu 1.660 eleitores em 70 municípios do estado e possui um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Os dados mostram que Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) aparecem como os principais nomes na disputa, liderando tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado.

Cenário espontâneo

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados citam um candidato sem que nomes sejam apresentados:
• Jair Bolsonaro: 15,7%
• Lula: 13,3%
• Romeu Zema: 0,7%
• Ciro Gomes: 0,4%
• Tarcísio de Freitas: 1,3%
• Indecisos/Não souberam responder: 60,8%

Cenário estimulado

No cenário estimulado, em que os candidatos são listados:
• Jair Bolsonaro: 33,3%
• Lula: 28,6%
• Romeu Zema: 16,1%
• Ciro Gomes: 6,7%
• Tarcísio de Freitas: 1,3%
• Ronaldo Caiado: 2,2%
• Indecisos/Nenhum: 4,3%
• Branco/Nulo: 6%
Avaliação do governo Lula

A pesquisa também mediu a percepção dos mineiros sobre a gestão do governo federal:
• Aprovação: 39,3%
• Desaprovação: 56,6%
• Não souberam responder: 4,1%

A pesquisa ainda apresenta uma análise segmentada do eleitorado, levando em conta gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico dos entrevistados, oferecendo um panorama detalhado das preferências políticas em Minas Gerais.

Para mais detalhes, acesse o relatório completo no documento abaixo:

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BRASIL

Israel acaba de se tornar o primeiro país do mundo a zerar 100% das tarifas sobre produtos americanos

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O governo israelense anunciou que eliminou 100% das tarifas sobre bens importados dos Estados Unidos, fortalecendo ainda mais a parceria comercial entre as duas nações. A medida visa impulsionar a economia e garantir acesso mais barato a produtos essenciais. Enquanto isso, no Brasil, as políticas protecionistas do governo dificultam o comércio e aumentam os preços, prejudicando consumidores e empresários

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