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Justiça federal derruba liminar e Campos Neto será investigado por offshore

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Por unanimidade, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) derrubou uma liminar obtida pelo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que havia impedido a Comissão de Ética Pública da Presidência de investigar se o presidente do BC manteve offshore durante parte do exercício do seu cargo.

A informação sobre a empresa offshore de Campos Neto foi tornada pública pela série de reportagens Pandora Papers, em 2021, que foram baseadas em investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês), do qual fazem parte os veículos brasileiros Poder360, Metrópoles, Piauí e Agência Pública.

A investigação contra Campos Neto foi arquivada em dezembro de 2021 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou que não houve crime da parte do presidente do BC por ele ter declarado às autoridades brasileiras a existência da offshore e da conta bancária no exterior vinculada a ela.

Offshores são sociedades ou contas bancárias abertas no exterior, fora do país de domicílio dos proprietários, em geral sujeitas a regimes tributários mais vantajosos.

Em 2023, enquanto Campos Neto virava alvo de ataques do presidente Lula e do PT por causa da política econômica do BC, o processo voltou a andar.

Foi então que Campos Neto conseguiu uma liminar para impedir que a Comissão de Ética Pública da Presidência julgasse o caso.

Segundo Campos Neto, a instauração de procedimento disciplinar contra ele por órgão vinculado ao Poder Executivo “viola frontalmente a autonomia administrativa, gerencial e organizacional conferida ao BC”.

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com um pedido para derrubar a liminar alegando que a Comissão tem competência para analisar o suposto conflito de interesses e eventual desvio ético do presidente do BC.

Ao comentar sobre a decisão do TRF-1, nesta quinta-feira (8), a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, questionou a motivação de Campos Neto para pedir a liminar contra a investigação.

“O Banco Central autônomo além de garantir independência política de seu comando está assegurando também liberdade para seus negócios? Se não devia nada porque entrou na Justiça para se livrar da Comissão de Ética?”, escreveu Gleisi no X.

O dólar disparou nas últimas semanas. Para onde vai a cotação até o fim do ano?

Vai passar de R$ 6

Ficará entre R$ 5 e R$ 6

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Nos bastidores, Hugo Motta atua contra a tramitação da Anistia

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Nos bastidores, o deputado Hugo Motta tem agido ativamente contra a tramitação da Anistia, causando preocupação entre os aliados que defendem a proposta. Embora tenha se mostrado favorável publicamente, Motta estaria, de fato, dificultando o avanço da medida, alinhando-se a interesses contrários à sua aprovação. Essa postura contraditória tem gerado críticas, com muitos acusando o parlamentar de agir de forma estratégica para agradar diferentes grupos, sem compromisso real com a causa.

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Hugo Motta “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo” ao negociar Anistia, diz Deputado Sanderson (PL-RS)

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O deputado Sanderson (PL-RS) criticou a postura de Hugo Motta ao negociar a Anistia, afirmando que o colega “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo”. Segundo Sanderson, Motta estaria tentando agradar a ambos os lados, sem compromisso claro com os princípios conservadores. Para o parlamentar, esse tipo de atitude enfraquece a confiança do povo nas lideranças e nos processos políticos, e é necessário que os políticos se posicionem de forma firme e coerente com suas ideologias.

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Nikolas Ferreira lidera a corrida para governador de Minas Gerais, diz Paraná Pesquisas

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Um levantamento realizado pela Paraná Pesquisas revelou o cenário das intenções de voto para a eleição ao governo de Minas Gerais. A pesquisa ouviu eleitores de diversas regiões do estado e possui um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Cenário estimulado 1
No primeiro cenário estimulado, em que os candidatos são listados:

  • Nikolas Ferreira – 39,4%
  • Alexandre Kalil – 20,0%
  • Rodrigo Pacheco – 15,2%
  • Brancos/Nulos – 11,7%
  • Não sabe/Não respondeu – 4,6%

Cenário estimulado 2
No segundo cenário estimulado, em que os eleitores escolhem entre os nomes apresentados, os resultados foram os seguintes:

  • Cleitinho – 39,7%
  • Alexandre Kalil – 19,3%
  • Rodrigo Pacheco – 14,6%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 11,8%
  • Não sabe/Não respondeu – 4,8%

Avaliação do governo Zema
A pesquisa também mediu a percepção dos mineiros sobre a gestão do governo Zema:

  • Aprovação – 64,6%
  • Desaprovação – 31,6%
  • Não souberam responder – 3,8%

O levantamento ainda apresenta uma análise segmentada do eleitorado, considerando gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico dos entrevistados, oferecendo um panorama detalhado das preferências políticas em Minas Gerais.

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