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POLÍTICA

Rejeição a Guilherme Boulos cresce e chega a 32,7%

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O instituto Paraná Pesquisas indica o deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) como o candidato à Prefeitura de São Paulo com maior índice de rejeição. Levantamento nesse sentido foi divulgado nesta sexta-feira, 23.

Conforme o material, 32,7% dos entrevistados afirmaram que jamais votariam no psolista. Há duas semanas, em outro levantamento do Paraná Pesquisas, esse índice estava em 28,2%. Ou seja, a rejeição ao parlamentar avançou 4,5 pontos porcentuais no período.

Com esse patamar, Boulos lidera de forma isolada no quesito rejeição, pois está exatos 7 pontos porcentuais à frente de Pablo Marçal (PRTB), com 25,7%. A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O pódio da rejeição entre os eleitores paulistanos se completa com José Luiz Datena (PSDB). De acordo com o Paraná Pesquisas, 19,5% dos entrevistados afirmaram que jamais votariam no ex-apresentador da TV Bandeirantes.

Líder em intenções de votos no mesmo material do Paraná Pesquisas, o prefeito Ricardo Nunes aparece na quarta colocação no quesito rejeição: 15,4%. Dessa forma, o emedebista está em condição de empate técnico com Datena em termos de negativa.

Confira, abaixo, os índices de rejeição dos dez candidatos à Prefeitura de São Paulo. Os números partem de levantamento do Paraná Pesquisas:

Guilherme Boulos (Psol) — 32,7%;
Pablo Marçal (PRTB) — 25,7%;
José Luiz Datena (PSDB) — 19,5%;
Ricardo Nunes (MDB) — 15,4%;
Bebetto Haddad (Democracia Cristã) — 13,5%;
João Pimenta (PCO) — 12,7%;
Tabata Amaral (PDT) — 11,7%;
Marina Helena (Novo) — 10,8%;
Altino Prazeres (PSTU) — 9,4%; e
Ricardo Senese (UP) — 8,1%.
Conforme o instituto, 5,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, sem restrições. Além disso, 6% não souberam responder ou não quiseram participar da entrevista.

O instituto informa que cada entrevistado poderia rejeitar mais de um candidato. Por isso, a soma ultrapassa os 100 pontos porcentuais.

A pesquisa que mostra Guilherme Boulos na liderança na parte de rejeição conta com registro no Tribunal Superior Eleitoral. O protocolo de acompanhamento é SP-06659/2024.

Com a já mencionada margem de erro de 2,6 pontos percentuais, o Paraná Pesquisas informa que o nível de confiança do levantamento é de 95%.

Para formular a pesquisa, a equipe do instituto entrevistou 1,5 mil eleitores em potencial na cidade de São Paulo. As entrevistas ocorreram de 19 a 22 de agosto.

POLÍTICA

Toffoli descarta abandonar relatoria da investigação do Banco Master

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O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), tem dito a pessoas próximas que não pretende deixar a relatoria do inquérito que investiga o Banco Master.

A condução do caso pelo ministro é alvo de críticas dentro e fora do tribunal e o magistrado sofre pressão para abandonar a relatoria do inquérito.

Decisões recentes do ministro foram criticadas por integrantes da Polícia Federal que temem que a investigação seja impactada e o caso sofra reveses.

Toffoli tem dito a interlocutores nos últimos dias não haver motivos que justifiquem que ele se declare impedido ou suspeito de conduzir a investigação no tribunal.

O Código de Processo Penal é a legislação que estabelece as situações em que os juízes brasileiros devem se declarar impedidos ou suspeitos.

Um ministro está impedido de atuar em processos em que seu cônjuge ou parente tenha atuado; em que ele próprio tenha atuado no passado — seja como advogado ou como juiz —; ou em que ele próprio ou seus parentes sejam “diretamente” interessados.

O magistrado deve se declarar suspeito se for amigo íntimo ou inimigo capital de investigados ou advogados do caso; se tiver aconselhado qualquer das partes; ou se, por exemplo, ele próprio ou algum parente responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.

Caso Toffoli se declarasse suspeito ou impedido de atuar no inquérito, todos as ordens dadas por ele desde que o processo chegou a seu gabinete seriam anuladas. O caso seria reiniciado e um novo relator seria sorteado.

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POLÍTICA

Judiciário brasileiro é um dos mais corruptos e injustos do mundo, segundo ranking global

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Quando se trata de corrupção, o Brasil figura entre os países com pior desempenho em diversos rankings globais.

O país ocupa a 80ª posição entre 142 nações. O levantamento avalia critérios como restrições aos poderes do governo, ausência de corrupção, transparência, direitos fundamentais, segurança, aplicação de regulamentações e eficiência da justiça civil e criminal. O pior resultado brasileiro foi na Justiça Criminal, especialmente no quesito imparcialidade do Poder Judiciário, no qual o País ficou empatado com a Venezuela na 113ª posição. Tratando apenas da corrupção, o Brasil também está muito abaixo em relação à média global. No quesito de ausência de corrupção, ocupa a 77ª posição no ranking e a questão se agrava no Poder Legislativo, onde o País é considerado o segundo mais corrupto, acima apenas do Haiti

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POLÍTICA

Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para conferência de combate ao antissemitismo e presidenciável embarca para Israel

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A primeira viagem internacional do pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), será a Israel. Flávio embarca nesta segunda-feira (19). Em seguida, o senador também viajará para o Bahrein e para os Emirados Árabes Unidos. O roteiro ainda pode incluir países europeus.
A agenda ocorre antes mesmo de o senador começar a percorrer o Brasil, em pleno ano eleitoral. Segundo assessores, o objetivo é se aproximar de lideranças conservadoras e da direita internacional, como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Flávio e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro foram convidados para participar de uma conferência sobre antissemitismo em Jerusalém, nos dias 26 e 27 de janeiro. Netanyahu também estará presente no evento. Eduardo tem atuado como um dos organizadores da agenda internacional do irmão.
No fim do ano passado, Flávio viajou aos Estados Unidos para se reunir com Eduardo Bolsonaro e elogiou sua interlocução com representantes da direita, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Graças a Deus, temos um craque em casa nessa parte de relações internacionais”, disse em entrevista ao influenciador Paulo Figueiredo.

Flávio também destacou a importância de manter o Brasil alinhado às democracias ocidentais e aos valores judaico-cristãos. As declarações sinalizam continuidade ideológica em relação ao governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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