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POLÍTICA

Trump anuncia anulação de todos os títulos de nadadora trans que competia contra mulheres

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O ex-presidente Donald Trump anunciou nesta terça-feira (1º) a anulação de todos os títulos universitários conquistados pela nadadora transgênero Lia Thomas, após um acordo firmado entre o Departamento de Educação dos Estados Unidos e a Universidade da Pensilvânia (UPenn).

A medida, considerada histórica por apoiadores de políticas esportivas baseadas no sexo biológico, decorre da ordem executiva assinada por Trump em fevereiro deste ano, intitulada “Keeping Men Out of Women’s Sports”, que proíbe a participação de mulheres trans em esportes femininos nas escolas e universidades que recebem financiamento federal.

Segundo o Departamento de Educação, a participação de Lia Thomas em competições femininas entre 2021 e 2022 violou o Title IX, legislação federal que proíbe discriminação por sexo em instituições educacionais. O órgão federal concluiu que a universidade violou os direitos de atletas cisgênero ao permitir que Thomas competisse e vencesse campeonatos na categoria feminina.

Diante da ameaça de perder até US$ 175 milhões em financiamento, a Universidade da Pensilvânia firmou um acordo com o governo federal comprometendo-se a:

Apagar retroativamente os títulos e recordes conquistados por Lia Thomas;

Redistribuir os títulos às atletas que ficaram em segunda colocação nas respectivas provas;

Emitir um pedido formal de desculpas às atletas afetadas;

Alterar suas diretrizes internas para restringir o acesso de pessoas do sexo masculino biológico a esportes femininos e vestiários exclusivos para mulheres.

Em pronunciamento oficial, Trump comemorou o resultado e declarou que “a verdade e a justiça foram restauradas para milhares de jovens mulheres prejudicadas por uma ideologia radical”. A decisão é vista como parte de uma ampla campanha de seu governo para redefinir as normas de inclusão de pessoas trans em ambientes escolares e esportivos.

A UPenn, por sua vez, divulgou nota afirmando que continuará a promover um ambiente “respeitoso e acolhedor”, mas reiterou que cumprirá integralmente os termos do acordo.

Ainda não está claro se as medalhas conquistadas por Lia Thomas também serão oficialmente revogadas pelas entidades esportivas envolvidas, como a NCAA (Associação Atlética Universitária Nacional), que até o momento não se pronunciou sobre a decisão.

A medida gera forte debate nos Estados Unidos, sendo aplaudida por setores conservadores e criticada por organizações de direitos LGBTQIA+, que classificam a ação como discriminatória e politicamente motivada. Grupos como a ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) já indicaram que podem recorrer judicialmente contra a decisão.

POLÍTICA

“Julgamento da suposta trama golpista foi uma das maiores farsas que já vi na história do Brasil”, diz Senador General Mourão

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Em entrevista e postagens nas redes sociais, o senador e ex-vice-presidente da República, Hamilton Mourão, classificou o julgamento da suposta “trama golpista” que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados como “uma farsa jurídica” e uma “vingança política”. Segundo Mourão, “uma parcela da justiça brasileira se tornou instrumento e arma da vingança política”, transformando, na sua visão, divergências ideológicas e disputas políticas em “condutas criminosas”. 

Para ele, o processo estaria “viciado”, com falhas graves em sua neutralidade, e a condenação – já mantida por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – representa um precedente perigoso para a liberdade de expressão e para o funcionamento da democracia. 

Além disso, o senador defendeu a aprovação de um projeto de lei de anistia para os envolvidos, afirmando que essa seria “a única saída” diante do veredito. “A anistia é fundamental”, declarou. 

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POLÍTICA

“General Estevam Theofilo foi o único absolvido com base na delação de Mauro Cid, todos os outros foram presos com base na mesma delação, você sabe o por quê?”, questiona Luca Antonieto

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A pergunta levantada por Luca Antonieto — sobre por que o general Estevam Theophilo foi o único absolvido enquanto outros foram condenados com base na delação de Mauro Cid — reflete um dos principais pontos de discussão do julgamento no STF.

O general foi absolvido de forma unânime pela Primeira Turma porque, segundo o relator Alexandre de Moraes, não havia provas suficientes além da delação para sustentarem a condenação. O Supremo concluiu que o material apresentado pela PGR e pela Polícia Federal era frágil e não demonstrava que Theophilo tivesse tomado qualquer ato concreto para apoiar uma ruptura institucional, apesar de ocupar o comando do COTER, unidade estratégica do Exército.

Nos demais casos, o Tribunal considerou a existência de evidências adicionais — como mensagens, documentos, registros de articulação logística ou participação direta nos planos — que, somadas ao depoimento de Mauro Cid, formaram um conjunto probatório mais consistente.

A absolvição isolada de Theophilo gerou debates sobre possível disparidade de critérios, enquanto sua defesa classificou o resultado como um reconhecimento da falta de provas e do respeito ao devido processo legal.

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POLÍTICA

Trump declara espaço aéreo da Venezuela “Fechado”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (29) que o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela deve ser considerado fechado, em meio a um confronto crescente com o presidente esquerdista Nicolás Maduro.

“A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem O ESPAÇO AÉREO ACIMA E AO REDOR DA VENEZUELA COMO FECHADO EM SUA TOTALIDADE”, escreveu Trump em sua rede Truth Social.

Desde o início de setembro, o governo Trump aumentou a pressão sobre a Venezuela com o envio de uma frota militar ao Mar do Caribe como parte, segundo Washington, de sua luta contra o narcotráfico, incluindo o maior porta-aviões do mundo.

O governo Trump afirma que seu objetivo é interromper o tráfico de drogas procedente do país sul-americano, mas Caracas afirma que Washington busca uma mudança de regime.

Desde o início da mobilização da frota militar, as forças americanas mataram pelo menos 83 pessoas em mais de 20 ataques contra supostas ‘narcolanchas’, no Caribe e no leste do Pacífico.

Washington não apresentou nenhuma evidência de que as embarcações atingidas eram utilizadas para transportar drogas ou representavam uma ameaça aos Estados Unidos.

O jornal New York Times informou na sexta-feira (28) que Trump e Maduro tiveram uma conversa telefônica na semana passada, durante a qual abordaram uma possível reunião nos Estados Unidos.

A notícia sobre a ligação entre Trump e Maduro foi divulgada um dia após o presidente americano ter afirmado que os esforços para deter o tráfico de drogas venezuelano por terra eram iminentes, o que aumentou ainda mais as tensões com Caracas.

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