POLÍTICA
Nikolas Ferreira lidera corrida para o governo de Minas Gerais no primeiro e segundo turno
A pesquisa do instituto Futura Inteligência divulgada nesta quarta-feira, 18, mostra que, se as eleições fossem hoje, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) lideraria em todos os cenários de 1º e 2º turno em que o seu nome é testado. O senador Cleitinho (Republicanos) é outro nome que aparece bem posicionado na disputa.
Aécio Neves (PSDB), ex-governador do estado, e a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), são outros nomes que estão bem posicionado na disputa, com intenções de voto de dois dígitos.
Em todos os cenários de primeiro turno, a quantidade de votos em branco, nulos ou indecisos é expressiva, com percentuais que variam de 9,1% a 16,2%, o que pode ter um impacto significativo nos resultados.
O atual governador Romeu Zema (Novo) está em seu segundo mandato e não poderá concorrer novamente ao cargo.
Nos cenários de 2º turno, Nikolas e Cleitinho empatam.
Nikolas Ferreira é testado em quatro cenários e vence com folga o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e Aécio Neves. Em uma disputa entre o deputado e o Cleitinho, a pesquisa mostra um empata técnico, com Nikolas à frente com 36,2% contra 31,3% do senador.
Nos cenários sem Nikolas, Cleitinho lidera com todos os adversários. Em eventuais disputas conta Silveira e Aécio, Kalil aparece à frente do ministro com maior vantagem e v~e uma disputa mais apertada contra o ex-governador.
A pesquisa do instituto Futura ouviu 1.200 pessoas em Minas entre os dias 22 de maio e 5 de junho por CATI (entrevista telefônica assistida por computador). A margem de erro do levantamento é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos com índice de confiança de 95%.
Cenário 1 – 1º Turno:
Nikolas Ferreira: 27,2%
Cleitinho: 17,9%
Aécio Neves: 11,6%
Branco/Nulo/Não sabe: 9,9%
NS/NR/Indeciso: 9,1%
Alexandre Kalil: 7,7%
Rodrigo Pacheco: 6,9%
Marília Campos: 6,2%
Alexandre Silveira: 2,6%
Mateus Simões: 0,8%
Cenário 2 – 1º Turno:
Nikolas Ferreira: 29,6%
Cleitinho: 21,4%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,6%
Marília Campos: 11,0%
NS/NR/Indeciso: 9,8%
Rodrigo Pacheco: 8,5%
Alexandre Silveira: 3,3%
Mateus Simões: 1,7%
Cenário 3 – 1º Turno:
Nikolas Ferreira: 39,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 16,2%
Marília Campos: 11,8%
Alexandre Kalil: 11,6%
Rodrigo Pacheco: 11,0%
NS/NR/Indeciso: 7,5%
Mateus Simões: 2,1%
Cenário 1 – 2º Turno:
Ninguém/Branco/Nulo: 38,4%
Alexandre Kalil: 29,8%
Alexandre Silveira: 19,9%
NS/NR/Indeciso: 11,9%
Cenário 2 – 2º Turno:
Ninguém/Branco/Nulo: 33,4%
Alexandre Kalil: 32,9%
Aécio Neves: 27,6%
NS/NR/Indeciso: 6,2%
Cenário 3 – 2º Turno:
Cleitinho: 49,4%
Alexandre Kalil: 26,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 17,7%
NS/NR/Indeciso: 6,6%
Cenário 4 – 2º Turno:
Nikolas Ferreira: 48,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 25,1%
Alexandre Silveira: 18,9%
NS/NR/Indeciso: 7,2%
Cenário 5 – 2º Turno:
Cleitinho: 52,0%
Ninguém/Branco/Nulo: 23,9%
Alexandre Silveira: 16,6%
NS/NR/Indeciso: 7,5%
Cenário 6 – 2º Turno:
Cleitinho: 51,4%
Aécio Neves: 23,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 21,2%
NS/NR/Indeciso: 3,6%
Cenário 7 – 2º Turno:
Nikolas Ferreira: 36,2%
Cleitinho: 31,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 25,8%
NS/NR/Indeciso: 6,7%
Cenário 8 – 2º Turno:
Nikolas Ferreira: 48,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 25,1%
Alexandre Silveira: 18,9%
NS/NR/Indeciso: 7,2%
Cenário 9 – 2º Turno:
Nikolas Ferreira: 47,8%
Aécio Neves: 26,0%
Ninguém/Branco/Nulo: 22,4%
NS/NR/Indeciso: 3,9%
POLÍTICA
Flávio Bolsonaro pede ao STF que declare Moraes suspeito em caso ligado a Vorcaro e Banco Master
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare o ministro Alexandre de Moraes suspeito para atuar em processos relacionados ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro. Ele requer que petições já direcionadas a Moraes sejam remetidas ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo. O pedido foi protocolado na última segunda-feira, 1º, e será analisado pelo presidente da Corte, Edson Fachin.
Na petição, os advogados de Flávio apontam uma possível relação entre Moraes e Vorcaro. Eles citam supostas trocas de mensagens entre os dois e o contrato firmado pelo Master com a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Segundo documentos fiscais enviados à CPI do Crime Organizado, do Senado, o escritório de Viviane recebeu R$ 80,2 milhões do banco para prestar serviços jurídicos.
O pedido de Flávio foi feito após Moraes solicitar um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a inclusão de Flávio no inquérito que mira seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo é réu por suposta coação no curso do processo e obstrução à Justiça no julgamento da trama golpista, no qual seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi condenado.
POLÍTICA
Maioria dos brasileiros diz não a Janja: primeira-dama vira símbolo de rejeição
Uma pesquisa realizada com os brasileiros (Poder Data) expõe de forma cristalina o repúdio da sociedade brasileira à intromissão de Janja da Silva na administração federal, com 52% dos entrevistados desaprovando sua atuação informal no governo Lula contra apenas 31% de aprovação.
Longe de exercer qualquer papel institucional legítimo, a primeira-dama transformou-se em uma espécie de sombra hiperativa, opinando sobre ministérios, pautas ideológicas e até decisões de Estado, sem nunca ter sido eleita ou submetida ao escrutínio público.
Essa influência não eleita, típica de cortes palacianas, revela o desprezo do casal presidencial pela separação de poderes e pela sobriedade republicana, alimentando o fisiologismo de ocasião e a percepção de que o Planalto virou extensão de um reality show pessoal.
Enquanto o país enfrenta inflação, violência e estagnação econômica, Janja protagoniza polêmicas desnecessárias e gastos questionáveis, consolidando-se como símbolo máximo da mediocridade e do personalismo que tanto desgastam o atual governo.
POLÍTICA
EUA não aceitarão ditaduras marxistas exportando sua revolução venenosa, diz Rubio
Marco Rubio fez o alerta: a administração Trump não tolerará mais regimes marxistas radicais no hemisfério ocidental.
Com clareza e firmeza, o secretário republicano expõe o que muitos fingem ignorar: governos de inspiração chavista, cubana e madurista não são apenas fracassos econômicos e humanitários, mas ameaças ativas à segurança nacional dos Estados Unidos e à estabilidade regional.
Ao prometer confrontar essas ditaduras que exportam miséria, repressão e operações de influência para desestabilizar democracias, Rubio resgata uma política externa realista e corajosa, abandonada por anos de acomodação e “engajamento” que só fortaleceram adversários como Maduro, Ortega e o regime cubano.
Em um momento em que o socialismo do século XXI volta a seduzir incautos com promessas vazias, a mensagem de Rubio é um recado necessário: os EUA não aceitarão mais que regimes autoritários marxistas transformem a América Latina em um viveiro de instabilidade, narcotráfico e migração em massa às custas da liberdade e da segurança continental.
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