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POLÍTICA

Margareth Menezes cantou em bloco de empresa que captou R$ 1 milhão via lei Rouanet

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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, se apresentou no bloco “Os Mascarados”, organizado por uma empresa que já recebeu R$ 1 milhão via Lei Rouanet (Lei 8.313/1991), em abril de 2024, para realizar o Festival de Lençóis. O show da cantora aconteceu durante o Carnaval de Salvador, no circuito Barra-Ondina, e foi patrocinado com recursos públicos do estado da Bahia.

A Pau Viola Cultura e Entretenimento já teve oito projetos aprovados para captação de recursos por meio da Lei Rouanet. Antes da gestão de Margareth foram apenas dois. Segundo a coluna de Tácio Lorran, do portal Metrópoles, a equipe da ministra informou que o cachê dela foi de R$ 290 mil, o que inclui o pagamento de músicos, produção e figurino, entre outros.

A Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), vinculada à Secretaria de Turismo (Setur), assinou um contrato de patrocínio de R$ 1 milhão com a empresa. No Carnaval deste ano, a ministra fez uma outra apresentação na qual ganhou mais R$ 290 mil diretamente da Prefeitura de Salvador.

POLÍTICA

Quase metade das pequenas e média empresas estão sob risco de falência

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O cenário para pequenas e médias empresas (PMEs) no Brasil em 2026 é crítico, com estudos indicando que a alta inadimplência, falhas de gestão e a falta de planejamento financeiro colocam cerca de metade ou mais desses negócios em risco de fechar as portas, com relatos de recordes em recuperações judiciais

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POLÍTICA

Governo Lula eleva imposto de mais de mil produtos importados

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O governo brasileiro aumentou, no início deste mês, o imposto incidente sobre mais de mil produtos importados. Entre os itens atingidos estão telefones inteligentes (smartphones), além de bens de capital (como máquinas e equipamentos destinados à produção), produtos de informática e de telecomunicações.

A medida elevou a tributação dessas compras em até 7,2 pontos percentuais, afetando setores produtivos e consumidores que recorrem ao mercado externo. Importadores criticaram a decisão, apontando possíveis impactos sobre a competitividade e a inflação. Já o governo sustenta que a iniciativa busca proteger a indústria nacional.

Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos — medida que ficou conhecida como “tarifaço”. A Corte derrubou parte da elevação de impostos.

Argumentos do governo

Em nota técnica, o Ministério da Fazenda informou que as importações de bens de capital e de produtos de informática cresceram 33,4% desde 2022. Segundo a pasta, a participação desses itens no consumo nacional superou 45% em dezembro do ano passado, atingindo níveis que, na avaliação do governo, podem comprometer a cadeia produtiva e provocar retrocessos tecnológicos de difícil reversão.

O ministério classificou a medida como “moderada e focalizada”, afirmando que ela é necessária para reequilibrar preços relativos, mitigar concorrência considerada assimétrica, conter o avanço da participação de importados e reduzir a vulnerabilidade externa associada ao déficit setorial.

A equipe econômica também argumenta que a decisão segue tendência internacional. De acordo com a Fazenda, diversos países têm adotado instrumentos tarifários ou medidas de defesa comercial para enfrentar choques externos e práticas de dumping.

Dados do governo mostram que, no ano passado, as principais origens das importações desses produtos foram os Estados Unidos (US$ 10,18 bilhões, com 34,7% de participação), a China (US$ 6,18 bilhões, 21,1%), Singapura (US$ 2,58 bilhões, 8,8%) e França (US$ 2,52 bilhões, 8,6%).

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POLÍTICA

Após ação na Venezuela, Lula quer que a PF prenda brasileiros nos EUA

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos para combater o crime organizado mediante a autorização do governo de Donald Trump.

“Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, disse Lula, referindo-se aos criminosos brasileiros em solo americano.

A fala ocorreu durante entrevista coletiva neste domingo (22) em Nova Déli, na Índia, onde o presidente estava para participar de uma cúpula sobre inteligência artificial e uma visita de Estado a convite do primeiro-ministro, Narendra Modi.

A decisão é impulsionada pela recente invasão dos EUA à Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, sob a justificativa de combate ao narcotráfico e ao crime organizado.

A invasão gerou apreensão no governo brasileiro pelo temor de que novas ações americanas na Venezuela pudessem causar instabilidade na América Latina e, consequentemente, afetar o Brasil.

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