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POLÍTICA

Governo Lula gasta meio milhão em posts crítico à operação no RJ

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governo federal gastou entre R$ 457 mil e R$ 545 mil em anúncios pagos sobre segurança pública desde terça-feira (28), data da operação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, que terminou com 121 mortos.

Os valores foram pagos à Meta, empresa dona do Facebook e Instagram, para impulsionar mais de dez publicações. As informações constam na Meta Ad Library, ferramenta que mostra gastos com anúncios feitos por órgãos público.

Segundo dados consultados pela coluna, quatro postagens principais foram promovidas. Uma delas critica a letalidade da operação e defende que ações policiais devem ser acompanhadas de inteligência. O conteúdo também menciona a PEC da Segurança, proposta que muda regras de atuação das forças de segurança.

Outra publicação explica o funcionamento da PEC e destaca o reforço da integração entre órgãos e o aumento das competências da União. Um terceiro post trata do projeto de lei Antifacção, que prevê penas mais duras e o isolamento de líderes de facções criminosas.

A última postagem informa que 30% das operações da Polícia Federal em 2025 miraram crimes de abuso sexual infantil. O tema da segurança reacendeu o debate político após a operação no Rio.

POLÍTICA

Números que assustam: “Doenças cardíacas disparam entre militares “vacinados”

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Relatórios e publicações nas redes sociais têm chamado atenção para um suposto aumento de casos de doenças cardíacas entre militares após campanhas de vacinação, levantando questionamentos e alimentando debates públicos. O tema ganhou visibilidade principalmente em grupos que defendem uma reavaliação das políticas de saúde adotadas nos últimos anos.

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POLÍTICA

“Todos ganharam com a desgraça dos Bolsonaros, mas a lei do retorno existe”, diz Cintra após Trump derrubar a Magnitsky

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Marcos Cintra comentou a repercussão política envolvendo a família Bolsonaro afirmando que muitos atores se beneficiaram de sua desgraça, mas que “a lei do retorno existe”. A declaração foi feita após Donald Trump derrubar a aplicação da Lei Magnitsky, e sugere que decisões políticas tomadas para enfraquecer adversários podem gerar consequências futuras para todos os envolvidos. O comentário reflete uma leitura crítica do cenário político e das disputas de poder, tanto no Brasil quanto no plano internacional.

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POLÍTICA

Zezé Di Camargo pede para o SBT retirar sua participação no especial que gravou e vai ao ar dia 17

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Zezé Di Camargo surpreendeu o público ao anunciar, desta terça-feira, que pediu ao SBT a retirada de sua participação em um especial que está previsto para ir ao ar no próximo dia 17. A decisão foi comunicada pelo próprio cantor em um vídeo publicado em seu perfil oficial no Instagram.

Segundo Zezé, o pedido foi motivado pela repercussão negativa, após a inauguração do SBT News, com presença de figuras políticas como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja da Silva, o ministro do STF Alexandre de Moraes, entre outros convidados. O sertanejo afirmou que não se sentiu confortável em ter sua imagem associada ao projeto diante do cenário que se formou nas redes sociais.

No vídeo, Zezé deixou claro que sua intenção inicial ao gravar o especial era participar de um programa com caráter artístico e familiar, mas que a mudança de percepção do público e as críticas direcionadas ao SBT pesaram em sua decisão. Diante disso, ele afirmou ter solicitado oficialmente à emissora que sua participação fosse cancelada.

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