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POLÍTICA

Governo Lula banca viagem para servidor aprender a fazer pizza na Itália

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O Ministério do Trabalho e Emprego – de Luiz Marinho, autorizou o afastamento do país do superintendente regional da pasta no Distrito Federal, Jackson da Silva Ázara, para integrar uma missão técnica em Nápoles, na Itália. A viagem será realizada entre 26 de outubro e 2 de novembro de 2025, segundo portaria publicada pela secretaria-executiva do ministério em 21 de agosto

Ázara participará da “Aprendizagem da Verdadeira Pizza Napoletana”, promovida pela Associação da Verdadeira Pizza Napoletana (AVPN).

De acordo com a portaria, a participação do servidor terá “ônus limitado” para o governo federal, ou seja, parte das despesas não será custeada pela União. O processo administrativo que autoriza a viagem está registrado sob o número 19964.206980/2024-78. Na prática, o governo Lula está custeando a viagem para que o servidor aprenda os segredos da “Pizza Napoletana”.

POLÍTICA

Tagliaferro diz que Moraes “pode tirar a sua vida” se volta ao Brasil

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O ex-deputado estadual Fernando Tagliaferro fez uma declaração polêmica ao afirmar que teme pela própria segurança caso retorne ao Brasil. Segundo ele, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “pode tirar a sua vida”.

A fala foi dada em meio a críticas ao que Tagliaferro chama de perseguição política e jurídica por parte da Corte. O ex-parlamentar, que atualmente vive fora do país, sustenta que não há garantias de liberdade nem de segurança para opositores do atual sistema de poder.

“Se eu voltar ao Brasil, minha vida corre risco. Alexandre de Moraes pode tirar a minha vida”, declarou.

A acusação aumenta a tensão entre setores da oposição e o Supremo, que nos últimos anos se tornou alvo de frequentes ataques por decisões consideradas por críticos como abusivas. Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou sobre as declarações de Tagliaferro.

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POLÍTICA

Lula está sob pressão com reuniões de Galípolo e Padilha com alvos de investigação da operação Carbono Oculto

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Alvo da operação Carbono Oculto, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (28), a gestora REAG Investimentos mantém presença intensa em Brasília. Há apenas duas semanas, no dia 11 de agosto, o presidente do Conselho de Administração da empresa, João Carlos Falpo Mansur, esteve reunido com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.

Além de Galípolo, também consta na reunião o nome de seu chefe de gabinete, Julio Cesar Costa Pinto. O encontro, realizado no fim da tarde, está registrado na agenda oficial de Galípolo.

Para os investigadores, Mansur teria estruturado e administrado fundos de investimento usados pelo empresário Mohamad Hussein Mourad, dono da refinaria Copape, para lavar dinheiro. Mourad é o principal alvo da Carbono Oculto.

Como presidente do BC, encontros como este fazem parte das atribuições de Galípolo. A REAG se apresenta como a maior gestora de investimentos “independente” (não ligada a bancos) do país e é listada na B3, a bolsa de valores de São Paulo. Fundada em 2012, a firma afirma ter atualmente R$ 299 bilhões sob gestão.

Na ferramenta Agenda Transparente, desenvolvida pela ONG Fiquem Sabendo, os gestores da REAG aparecem em contatos com agentes do governo federal pelo menos desde maio de 2024.

Há registros de reuniões com o Ministério dos Transportes em várias ocasiões; com o Desenvolvimento Agrário (junho de 2025); e com a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (novembro de 2024).

Esta última contou com a presença do então titular da pasta, o ministro Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde. O encontro foi com o presidente da Associação de Mineração da China, Zeng Zhirong. A REAG esteve representada por Manoel Damasceno e Lina Xu, ambos do departamento de China da empresa.

Além de integrantes do governo, a REAG também aparece em várias agendas de agências reguladoras, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A princípio, reuniões como essas são legítimas, dado o porte da empresa e seus interesses em diversos setores da economia. A coluna procurou Galípolo para comentários, mas ainda não houve resposta. O espaço segue aberto.

Em nota à coluna, Padilha disse que a reunião sobre mineração era um encontro preparatório à vinda do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, no fim do ano passado.

“A reunião com a Associação de Mineração da China, devidamente registrada no e-Agendas, integra uma série de encontros do governo federal com instituições chinesas no marco da vinda do presidente Xi Jiping ao Brasil em novembro de 2024”, disse ele, em nota.

Segundo os investigadores do Gaeco do MPSP, João Carlos Falpo Mansur teria estruturado e administrado fundos de investimento que foram usados por Mohamad Hussein Mourad, dono da refinaria Copape, para lavar dinheiro. Os fundos seriam o Mabruk II, o Anna e o Hans 95.

Numa decisão judicial à qual o Metrópoles teve acesso, Mansur figura como responsável pelo fundo Hans 95, que, por sua vez, seria o sócio majoritário do fundo Mabruk II.

“O Hans 95 é cotista majoritário do fundo Anna, que, por sua vez, é cotista do Mabruk II. João Carlos Mansur, da REAG, é o responsável pelo Hans 95 e está implicado na ocultação de valores sem origem usando o BK Bank (outra fintech investigada na Carbono Oculto)”.

A relação de Mansur com os fundos de investimento foi revelada pelo site jornalístico O Bastidor e confirmada pelo Metrópoles.

Após a operação desta quinta-feira, a REAG divulgou um “fato relevante” ao mercado, informando os acionistas sobre o cumprimento de mandados de busca e apreensão.

“Trata-se de procedimento investigativo em curso. As companhias esclarecem que estão colaborando integralmente com as autoridades competentes, fornecendo as informações e documentos solicitados, e permanecerão à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários”, diz um trecho.

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POLÍTICA

“PT permitiu a fraude no INSS”, diz senador Rogério Marinho

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O senador Rogério Marinho (PL-RN) voltou a criticar o Partido dos Trabalhadores, responsabilizando a legenda por brechas que teriam permitido a ocorrência de fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o parlamentar, emendas apresentadas pelo PT durante a tramitação da Medida Provisória 871/2019, além de mudanças posteriores em normas de proteção aos beneficiários, abriram espaço para irregularidades em descontos realizados diretamente na aposentadoria de milhares de segurados.

Marinho protocolou um pedido no Ministério Público Federal (MPF) para ampliar as investigações e incluir novas associações no inquérito que apura a atuação de entidades suspeitas de cobrar taxas irregulares. O senador também defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar responsabilidades, afirmando que “não pode haver blindagem para ninguém”.

O parlamentar acusa o governo Lula de ter sido omisso diante dos alertas de órgãos de controle, como Polícia Federal, Tribunal de Contas da União, Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União, que já vinham apontando as irregularidades. Para ele, a postura do Planalto favoreceu a continuidade do esquema:

“O PT permitiu a fraude no INSS, ao desmontar regras que protegiam aposentados e ao ignorar os sinais de alerta que vinham sendo emitidos. Estamos diante de um crime contra os mais frágeis”, declarou.

Por outro lado, aliados do governo argumentam que a maior parte dos convênios suspeitos foi assinada entre 2019 e 2022, durante o governo Bolsonaro — período em que o próprio Rogério Marinho ocupava cargos estratégicos ligados à Previdência e ao Trabalho. Para esses críticos, o senador tenta deslocar responsabilidades e transformar o caso em embate político.

Enquanto os debates se intensificam no Congresso, aposentados e pensionistas continuam aguardando uma solução definitiva para o ressarcimento dos valores descontados irregularmente.

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