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POLÍTICA

Flávio Bolsonaro “empareda” Gonet em sabatina no Senado Federal

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Durante a sabatina do procurador-geral da República indicado à recondução, Paulo Gonet, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, nesta quarta-feira (12), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protagonizou um momento de tensão ao acusar o chefe do Ministério Público Federal de agir com parcialidade em investigações que envolvem aliados do seu grupo político.

Em tom incisivo, Flávio afirmou que Gonet estaria “perseguindo quem denuncia, em vez de investigar as denúncias”, e questionou o procurador-geral:

“O senhor não se sente mal em fazer isso, não? O senhor não tem vergonha de colaborar com investigações contra pessoas inocentes?”, perguntou o senador.

A intervenção de Flávio Bolsonaro fez parte de uma série de críticas de parlamentares da oposição, que acusam o Ministério Público de conduzir investigações seletivas e de suposta conivência com ações consideradas abusivas.

Em resposta, Paulo Gonet negou qualquer atuação política ou direcionada. Ele afirmou que “não há criminalização da política” em sua gestão e destacou que o Ministério Público Federal age com base em critérios técnicos e dentro dos limites da lei.

“O Ministério Público não atua por conveniência, nem por pressão política. Nosso compromisso é com a Constituição”, respondeu Gonet.

A sabatina na CCJ é parte do processo de recondução de Gonet ao comando da PGR, cargo para o qual foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a aprovação na comissão, o nome segue para votação no plenário do Senado.

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“Todos ganharam com a desgraça dos Bolsonaros, mas a lei do retorno existe”, diz Cintra após Trump derrubar a Magnitsky

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Marcos Cintra comentou a repercussão política envolvendo a família Bolsonaro afirmando que muitos atores se beneficiaram de sua desgraça, mas que “a lei do retorno existe”. A declaração foi feita após Donald Trump derrubar a aplicação da Lei Magnitsky, e sugere que decisões políticas tomadas para enfraquecer adversários podem gerar consequências futuras para todos os envolvidos. O comentário reflete uma leitura crítica do cenário político e das disputas de poder, tanto no Brasil quanto no plano internacional.

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POLÍTICA

Zezé Di Camargo pede para o SBT retirar sua participação no especial que gravou e vai ao ar dia 17

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Zezé Di Camargo surpreendeu o público ao anunciar, desta terça-feira, que pediu ao SBT a retirada de sua participação em um especial que está previsto para ir ao ar no próximo dia 17. A decisão foi comunicada pelo próprio cantor em um vídeo publicado em seu perfil oficial no Instagram.

Segundo Zezé, o pedido foi motivado pela repercussão negativa, após a inauguração do SBT News, com presença de figuras políticas como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja da Silva, o ministro do STF Alexandre de Moraes, entre outros convidados. O sertanejo afirmou que não se sentiu confortável em ter sua imagem associada ao projeto diante do cenário que se formou nas redes sociais.

No vídeo, Zezé deixou claro que sua intenção inicial ao gravar o especial era participar de um programa com caráter artístico e familiar, mas que a mudança de percepção do público e as críticas direcionadas ao SBT pesaram em sua decisão. Diante disso, ele afirmou ter solicitado oficialmente à emissora que sua participação fosse cancelada.

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POLÍTICA

Principais líderes mundiais condenaram o ataque antissemita na Austrália, Lula ainda não

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Líderes de diversas partes do mundo, incluindo da Itália, se manifestaram após o ataque a tiros que deixou mortos neste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, expressando choque e solidariedade às famílias das vítimas.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, manifestou pesar pelas vítimas e condenou com veemência todas as formas de violência e antissemitismo.

“Tenho acompanhado com profunda tristeza as notícias dramáticas vindas de Sydney. Ao mesmo tempo que condeno veementemente todas as formas de violência e antissemitismo, a Itália expressa suas condolências às vítimas e estende sua mais profunda solidariedade aos seus familiares, aos feridos e às comunidades judaicas, renovando sua amizade com o povo australiano”, escreveu Meloni em suas redes sociais.

O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, também condenou veementemente a ofensiva terrorista que teve como alvo cidadãos judeus reunidos para a celebração de Hanukkah.

Em uma mensagem publicada na rede social X, Tajani afirmou que “as cenas horríveis deste último ataque nos lembram que nossa vigilância e mobilização contra o antissemitismo e o ódio racial devem continuar no seu nível máximo”, expressando solidariedade ao governo australiano e às comunidades judaicas afetadas.

O ex-primeiro-ministro italiano Matteo Renzi destacou que “o luto não basta” diante de mais um massacre antissemita e defendeu o combate sem exceções à violência contra judeus em todo o mundo. “O que aconteceu na Austrália é desumano e diz respeito a todos nós”, escreveu.

Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse estar “chocada” com o ataque ocorrido na praia de Bondi e manifestou condolências às famílias das vítimas.

“A Europa se solidariza com a Austrália e as comunidades judaicas em todo o mundo. Estamos unidos contra a violência, o antissemitismo e o ódio”, afirmou.

A alta representante da UE para Política Externa, Kaja Kallas, classificou o episódio como um “ato terrível de violência” que exige condenação inequívoca, ressaltando a proximidade entre a Europa e a Austrália e a solidariedade ao povo australiano.

Também os Estados Unidos condenaram o ataque. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o antissemitismo “não tem lugar neste mundo” e que as orações do país estão com as vítimas, a comunidade judaica e o povo australiano, após o atentado que deixou ao menos 12 mortos durante as celebrações de Hanukkah.

O presidente francês, Emmanuel Macron, publicou no X que “um ataque terrorista antissemita atingiu famílias reunidas para celebrar o Hanukkah” e enfatizou que seu país “continuará a lutar incansavelmente contra o ódio antissemita, que nos fere a todos, onde quer que ele atinja”.

Por sua vez, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, chamou a notícia como “profundamente angustiante” e enviou “seus pensamentos e condolências a todos os afetados por este ataque terrível”.

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