POLÍTICA
Dono de mercadinho é morto por facção criminosa a tiros 200 metros de onde dono de espetinho foi assassinado por não pagar taxa ao crime organizado
O empresário Robério Oliveira foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira (25) no município de Itapajé, no bairro Santa Rita. O crime aconteceu a cerca de 200 metros do espetinho onde um comerciante foi morto, na semana passada, após pagar a uma facção criminosa um valor abaixo do ‘exigido’. Não há informações se os dois crimes estão relacionados.
Conforme informações preliminares, a vítima foi surpreendida pelos suspeitos próximo ao seu mercadinho e não teve chances de defesa. Francisco Robério Araújo Oliveira tinha 54 anos e já havia atuado como presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município.
Em nota, a CDL Itapajé lamentou a morte do empresário. “Robério foi uma liderança marcante no comércio local, tendo atuado com dedicação, ética e espírito colaborativo à frente da CDL. Seu compromisso com o fortalecimento da classe lojista e com o desenvolvimento econômico de Itapajé deixou um legado que inspira e será eternamente lembrado”, disse a entidade.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS) informou que equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar estão em buscas de suspeitos de envolvimento na morte de Robério. O caso está sendo investigado pela Delegacia Municipal de Itapajé.
O assassinato de Robério ocorreu oito dias após o comerciante Alexandre Roger Lopes, de 23 anos, ser morto a tiros no seu espetinho, que fica no mesmo bairro do mercadinho de Robério, a apenas duas ruas de distância.
Até o momento, não se sabe o que motivou o crime contra Robério. À TV Verdes Mares, pessoas próximas à vítima disseram que o crime tem relação com facção. Moradores da cidade têm relatado cenário de medo na cidade depois das últimas ocorrências.
No inquérito que investiga a morte de Alexandre Roger, os policiais civis apontam que a facção Comando Vermelho tem promovido uma onda de extorsões no município, com muitos comerciantes fechando seus negócios e alguns até deixando a cidade.
POLÍTICA
Toffoli descarta abandonar relatoria da investigação do Banco Master
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), tem dito a pessoas próximas que não pretende deixar a relatoria do inquérito que investiga o Banco Master.
A condução do caso pelo ministro é alvo de críticas dentro e fora do tribunal e o magistrado sofre pressão para abandonar a relatoria do inquérito.
Decisões recentes do ministro foram criticadas por integrantes da Polícia Federal que temem que a investigação seja impactada e o caso sofra reveses.
Toffoli tem dito a interlocutores nos últimos dias não haver motivos que justifiquem que ele se declare impedido ou suspeito de conduzir a investigação no tribunal.
O Código de Processo Penal é a legislação que estabelece as situações em que os juízes brasileiros devem se declarar impedidos ou suspeitos.
Um ministro está impedido de atuar em processos em que seu cônjuge ou parente tenha atuado; em que ele próprio tenha atuado no passado — seja como advogado ou como juiz —; ou em que ele próprio ou seus parentes sejam “diretamente” interessados.
O magistrado deve se declarar suspeito se for amigo íntimo ou inimigo capital de investigados ou advogados do caso; se tiver aconselhado qualquer das partes; ou se, por exemplo, ele próprio ou algum parente responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.
Caso Toffoli se declarasse suspeito ou impedido de atuar no inquérito, todos as ordens dadas por ele desde que o processo chegou a seu gabinete seriam anuladas. O caso seria reiniciado e um novo relator seria sorteado.
POLÍTICA
Judiciário brasileiro é um dos mais corruptos e injustos do mundo, segundo ranking global
Quando se trata de corrupção, o Brasil figura entre os países com pior desempenho em diversos rankings globais.
O país ocupa a 80ª posição entre 142 nações. O levantamento avalia critérios como restrições aos poderes do governo, ausência de corrupção, transparência, direitos fundamentais, segurança, aplicação de regulamentações e eficiência da justiça civil e criminal. O pior resultado brasileiro foi na Justiça Criminal, especialmente no quesito imparcialidade do Poder Judiciário, no qual o País ficou empatado com a Venezuela na 113ª posição. Tratando apenas da corrupção, o Brasil também está muito abaixo em relação à média global. No quesito de ausência de corrupção, ocupa a 77ª posição no ranking e a questão se agrava no Poder Legislativo, onde o País é considerado o segundo mais corrupto, acima apenas do Haiti
POLÍTICA
Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para conferência de combate ao antissemitismo e presidenciável embarca para Israel
A primeira viagem internacional do pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), será a Israel. Flávio embarca nesta segunda-feira (19). Em seguida, o senador também viajará para o Bahrein e para os Emirados Árabes Unidos. O roteiro ainda pode incluir países europeus.
A agenda ocorre antes mesmo de o senador começar a percorrer o Brasil, em pleno ano eleitoral. Segundo assessores, o objetivo é se aproximar de lideranças conservadoras e da direita internacional, como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Flávio e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro foram convidados para participar de uma conferência sobre antissemitismo em Jerusalém, nos dias 26 e 27 de janeiro. Netanyahu também estará presente no evento. Eduardo tem atuado como um dos organizadores da agenda internacional do irmão.
No fim do ano passado, Flávio viajou aos Estados Unidos para se reunir com Eduardo Bolsonaro e elogiou sua interlocução com representantes da direita, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Graças a Deus, temos um craque em casa nessa parte de relações internacionais”, disse em entrevista ao influenciador Paulo Figueiredo.
Flávio também destacou a importância de manter o Brasil alinhado às democracias ocidentais e aos valores judaico-cristãos. As declarações sinalizam continuidade ideológica em relação ao governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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