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POLÍTICA

De direita, fox news bate recorde e supera audiência da TV aberta nos EUA

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O canal de TV a cabo Fox News registrou audiência maior que as 3 grandes emissoras de TV aberta dos Estados Unidos: NBC, CBS e ABC. A marca foi alcançada no horário nobre da semana de 26 a 30 de maio. Os dados são da consultoria Nielsen e foram divulgados pela Fox News.

O horário nobre (em inglês, prime time) consiste na faixa de programação da televisão norte-americana das 20h às 23h ou das 19h às 22h, a depender do fuso horário. Neste intervalo, a Fox News teve audiência média de 2,7 milhões de espectadores nos últimos 5 dias úteis de maio. As 3 grandes emissoras variaram de 2,3 milhões a 2,4 milhões.

Com viés conservador, a Fox News lidera a audiência de canais de TV por assinatura desde 2002. O canal foi lançado em 1996 pelo magnata do setor de mídia Rupert Murdoch, dono da Fox, para atrair o público conservador e republicano dos EUA.

De 26 de maio a 1º de junho, a Fox News registrou 5 vezes mais audiência que a CNN. Foram cerca de 1,5 milhão de espectadores diários em média. A concorrente do setor de TV a cabo registrou 308 mil para os 7 dias. No prime time, foram 2,3 milhões contra 374 mil, respectivamente.

Foi a melhor semana em termos de audiência para a Fox News e a TV a cabo em 2025, tanto na programação diária quanto no recorte do horário nobre. O canal conservador teve os 100 programas mais assistidos na TV por assinatura na última semana completa de maio.

O programa The Five lidera a lista. O talk show registrou média de 3,7 milhões de espectadores. A atração é transmitida ao vivo de 2ª a 6ª feira às 17h (horário de verão em Washington D.C.) –às 18h no horário de Brasília.

A audiência de TV aberta nos Estados Unidos caiu 7% em abril de 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Nielsen. A TV a cabo encolheu 16%, mas segue com uma fatia maior do mercado. As emissoras têm 20,8% da audiência, os canais por assinatura somam 24,5%.

POLÍTICA

Toffoli descarta abandonar relatoria da investigação do Banco Master

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O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), tem dito a pessoas próximas que não pretende deixar a relatoria do inquérito que investiga o Banco Master.

A condução do caso pelo ministro é alvo de críticas dentro e fora do tribunal e o magistrado sofre pressão para abandonar a relatoria do inquérito.

Decisões recentes do ministro foram criticadas por integrantes da Polícia Federal que temem que a investigação seja impactada e o caso sofra reveses.

Toffoli tem dito a interlocutores nos últimos dias não haver motivos que justifiquem que ele se declare impedido ou suspeito de conduzir a investigação no tribunal.

O Código de Processo Penal é a legislação que estabelece as situações em que os juízes brasileiros devem se declarar impedidos ou suspeitos.

Um ministro está impedido de atuar em processos em que seu cônjuge ou parente tenha atuado; em que ele próprio tenha atuado no passado — seja como advogado ou como juiz —; ou em que ele próprio ou seus parentes sejam “diretamente” interessados.

O magistrado deve se declarar suspeito se for amigo íntimo ou inimigo capital de investigados ou advogados do caso; se tiver aconselhado qualquer das partes; ou se, por exemplo, ele próprio ou algum parente responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.

Caso Toffoli se declarasse suspeito ou impedido de atuar no inquérito, todos as ordens dadas por ele desde que o processo chegou a seu gabinete seriam anuladas. O caso seria reiniciado e um novo relator seria sorteado.

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POLÍTICA

Judiciário brasileiro é um dos mais corruptos e injustos do mundo, segundo ranking global

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Quando se trata de corrupção, o Brasil figura entre os países com pior desempenho em diversos rankings globais.

O país ocupa a 80ª posição entre 142 nações. O levantamento avalia critérios como restrições aos poderes do governo, ausência de corrupção, transparência, direitos fundamentais, segurança, aplicação de regulamentações e eficiência da justiça civil e criminal. O pior resultado brasileiro foi na Justiça Criminal, especialmente no quesito imparcialidade do Poder Judiciário, no qual o País ficou empatado com a Venezuela na 113ª posição. Tratando apenas da corrupção, o Brasil também está muito abaixo em relação à média global. No quesito de ausência de corrupção, ocupa a 77ª posição no ranking e a questão se agrava no Poder Legislativo, onde o País é considerado o segundo mais corrupto, acima apenas do Haiti

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POLÍTICA

Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para conferência de combate ao antissemitismo e presidenciável embarca para Israel

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A primeira viagem internacional do pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), será a Israel. Flávio embarca nesta segunda-feira (19). Em seguida, o senador também viajará para o Bahrein e para os Emirados Árabes Unidos. O roteiro ainda pode incluir países europeus.
A agenda ocorre antes mesmo de o senador começar a percorrer o Brasil, em pleno ano eleitoral. Segundo assessores, o objetivo é se aproximar de lideranças conservadoras e da direita internacional, como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Flávio e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro foram convidados para participar de uma conferência sobre antissemitismo em Jerusalém, nos dias 26 e 27 de janeiro. Netanyahu também estará presente no evento. Eduardo tem atuado como um dos organizadores da agenda internacional do irmão.
No fim do ano passado, Flávio viajou aos Estados Unidos para se reunir com Eduardo Bolsonaro e elogiou sua interlocução com representantes da direita, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Graças a Deus, temos um craque em casa nessa parte de relações internacionais”, disse em entrevista ao influenciador Paulo Figueiredo.

Flávio também destacou a importância de manter o Brasil alinhado às democracias ocidentais e aos valores judaico-cristãos. As declarações sinalizam continuidade ideológica em relação ao governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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