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POLÍTICA

CPI do crime aprova quebras de sigilos de empresa ligada a Toffoli

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A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (25) um requerimento de quebra de sigilo da Maridt Participações, empresa pela qual o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), recebeu pagamentos de fundo ligado ao Banco Master. O requerimento foi aprovado de forma consensual após o governo não conseguir formar maioria para derrubá-lo.

O requerimento, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), prevê que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) forneça informações consistentes na elaboração de RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira) e que se proceda à quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa.

Pede ainda que sejam fornecidas “todas as contas de depósitos, contas de poupança, contas de investimento e outros bens, direitos e valores mantidos em instituições financeiras, além de dossiê fiscal da Maridt com informações como imposto de renda (informações sobre todos os processos, rendimentos recebidos de pessoas físicas e jurídicas)”.

Também será pedido o registro e a duração das ligações telefônicas originadas e recebidas.

Na justificativa do pedido, Vieira disse que a ideia é “desmantelar a complexa rede de influência e lavagem de capitais que orbita em torno do Banco Master e de suas conexões com agentes públicos de cúpula”.

No centro dessa teia, surge a empresa Maridt Participações S.A., cujo quadro societário é composto pelos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli: José Carlos Dias Toffoli, conhecido como ‘Padre Carlão’, e o engenheiro José Eugênio Dias Toffoli. A análise minuciosa das atividades dessa empresa revela uma anomalia econômica e social inequívoca, sugerindo que a pessoa jurídica não passa de uma estrutura de fachada para ocultar o real beneficiário de vultosas transações financeiras”, afirma.

POLÍTICA

Após repercussão de vídeo de Nikolas Ferreira, governo Lula avalia revogar tarifa de importação sobre eletrônicos

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O governo federal avalia revogar ou revisar a majoração da tarifa de importação sobre eletrônicos, após forte repercussão negativa nas redes sociais impulsionada por vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

A medida, publicada no Diário Oficial da União em fevereiro de 2026, elevou a alíquota de importação de vários itens da linha branca e eletrônicos de 10% para 20% em alguns casos, no âmbito do regime de ex-tarifário e da política de proteção à indústria nacional. A decisão afetaria diretamente o preço final de celulares, notebooks, tablets, smartwatches e outros produtos importados, impactando o consumidor brasileiro.

O deputado Nikolas Ferreira publicou vídeo criticando a medida, afirmando que o governo Lula estaria “taxando mais ainda o povo” em meio à crise econômica, com frases como “Enquanto o povo sofre com inflação e desemprego, o governo aumenta imposto em celular, notebook e tudo que a gente usa no dia a dia”. O conteúdo alcançou milhões de visualizações, compartilhamentos e comentários críticos, gerando pressão sobre o Planalto.

De acordo com informações apuradas pela coluna, o Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda passaram a discutir a possibilidade de revogação ou ajuste da tarifa, com objetivo de mitigar o desgaste político e a narrativa de “imposto sobre o pobre”. A avaliação inclui análise de impacto fiscal, reação do setor industrial nacional e alternativas como redução seletiva da alíquota para determinados produtos.

O tema ganhou destaque em debates nas redes sociais, com usuários questionando a prioridade do governo em aumentar impostos sobre bens de consumo popular enquanto outros setores recebem incentivos.

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POLÍTICA

Deputada pede prisão de filho e irmão de Lula na CPMI do INSS

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Uma das autoras do pedido de criação da CPMI do INSS, a deputada Coronel Fernanda (PL-MT) protocolou, nesta quarta-feira (25/2), um pedido de prisão preventiva do filho e do irmão do presidente Lula.

Nos requerimentos, a parlamentar mato-grossense pede que a CPMI solicite a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, e de José Ferreira da Silva, o Frei Chico.

No caso de Lulinha, a deputada alega haver “risco concreto de fuga e de frustração da aplicação da lei penal” após as notícias de que o filho de Lula viajou para Madri, na Espanha, onde mora atualmente.

“Assegurar a aplicação da lei penal (risco de fuga): a saída de Fábio Luís Lula da Silva do país em meio às investigações, somada a notícias sobre pedidos de medidas cautelares pessoais (tornozeleira, retenção de passaporte etc.), revela quadro de perigo real de evasão do distrito da culpa”, justifica.

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POLÍTICA

Dono da CIMED perdoará dívidas de farmácias de Ubá e Juíz de Fora e vai repor mercadoria de graça

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O empresário João Adibe, CEO da farmacêutica CIMED, anunciou nas redes sociais que irá ajudar as farmácias de Ubá e Juiz de Fora, em Minas Gerais, atingidas pelas fortes enchentes na região.

João Adibe declarou que as dívidas de pagamentos futuros das farmácias parceiras da CIMED na região serão quitadas.

A Cimed irá repor todos os produtos da marca que foram perdidos nas inundações, sem custos para os donos de farmácias.

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