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Nomeação de Magda Chambriard como presidente da Petrobras fortalece vínculo entre o governo Lula e a estatal
A escolha de Magda Chambriard como presidente da Petrobras atende a uma demanda crucial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: estabelecer um controle mais direto sobre a maior empresa do país. Segundo o jornal Estadão, auxiliares de Lula afirmam que essa nomeação representa uma ligação direta entre o Planalto e a estatal.
Considerada uma “petista histórica”, Magda gerou controvérsia no passado ao defender a exigência de conteúdo local na indústria do petróleo durante seu mandato na Agência Nacional do Petróleo (ANP) durante o governo Dilma Rousseff.
A indicação de Magda foi respaldada por figuras-chave como Rui Costa, José Sergio Gabrielli, Jacques Wagner e João Vaccari Neto, indicando um apoio interno relevante. Espera-se que ela mantenha uma comunicação direta com Lula, sem passar necessariamente pelos ministérios de Minas e Energia ou pela Casa Civil.
Essa mudança ocorre após um racha exposto pelo episódio do pagamento dos dividendos extraordinários da Petrobras, evidenciando uma quebra de confiança entre o ex-presidente da estatal Jean Paul Prates e o governo.
A demissão de Prates foi justificada pela baixa entrega de resultados e pela falta de atenção aos pedidos para ampliar a oferta de gás natural e retomar investimentos em fertilizantes. Magda Chambriard enfrenta agora a pressão para “recuperar o tempo perdido” e alinhar a empresa aos objetivos do governo Lula.
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Nunes vê “evidente abuso eleitoreiro” em homenagem a Lula no carnaval
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), fez coro com a oposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos do Niterói, que homenageou o petista no sambódromo Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, na noite de domingo (15/2).
“O Carnaval é uma festa popular de expressão cultural. É algo muito importante e não deve ser usado para campanha eleitoral disfarçada”, disse o prefeito de São Paulo.
Nunes afirmou que o desfile da escola de samba desrespeitou a legislação eleitoral por se tratar de ano eleitoral.
“Foi uma afronta à legislação eleitoral, com ataque a adversários políticos do homenageado, mas que também atinge grande parcela da população que tem opinião política diferente. Em ano eleitoral, é um evidente abuso eleitoreiro com o aval de um governo sem limites para tentar se perpetuar no poder”, criticou.
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“PF não pode virar flanelinha de carro”, diz Octávio Guedes
O comentarista da GloboNews, Octavio Guedes, criticou uma decisão judicial recente que determinou que materiais apreendidos pela Polícia Federal (PF) ficassem sob custódia na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), e não com a própria polícia.
Em suas redes sociais e no programa Estúdio i de 14 de janeiro de 2026, Guedes afirmou que a “Polícia Federal não pode ser transformada em flanelinha de operação policial, ficando para tomar conta de carro, enquanto o Ministério Público [ou STF] deve tomar conta dos dados sensíveis”.
Guedes citou o receio da corporação de que, ao enviar os arquivos para outra instância, sem acesso direto da PF, os materiais possam ser manipulados ou destruídos remotamente.
A metáfora sugere que a PF estaria apenas “guardando” o carro (o material apreendido) sem poder atuar de fato na investigação, perdendo a autonomia técnica sobre as provas.
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Governo Lula corta R$ 1 bilhão da Farmácia Popular e Programa Pé-de-meia
O Congresso Nacional aprovou o Orçamento da União para 2026 com previsão de superávit de R$ 34,5 bilhões e cerca de R$ 61 bilhões reservados para emendas parlamentares. Para fechar a conta, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu cortes significativos em programas sociais e educacionais, atingindo em cheio políticas voltadas à população de baixa renda.
Entre os principais impactos está o Farmácia Popular, que terá redução de R$ 500 milhões, mesmo em um cenário de alta no preço dos medicamentos. Na área da educação, o Pé-de-Meia — programa criado para incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio — também perdeu recursos, assim como as bolsas do CAPS, voltadas à formação de professores, que sofreram corte de R$ 300 milhões. Somados, os ajustes nessas áreas chegam a cerca de R$ 1 bilhão.
Outros programas também foram afetados pelo enxugamento. O Auxílio Gás terá R$ 400 milhões a menos no orçamento de 2026, enquanto benefícios obrigatórios, como seguro-desemprego e abono salarial, sofreram cortes próximos de R$ 100 milhões. As reduções atingem justamente políticas voltadas à proteção social e ao consumo básico.
Para analistas, o movimento evidencia um contraste entre o aperto em programas sociais e o reforço de recursos para emendas parlamentares e o fundo eleitoral, em um contexto de aproximação do calendário eleitoral. O cenário tem gerado críticas sobre as prioridades do orçamento e os possíveis impactos diretos na população mais vulnerável.
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