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Lula cita Musk ao anunciar proposta para banir celular em sala de aula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o empresário Elon Musk publicamente. Nesta terça-feira, 24, ao anunciar uma proposta para banir celulares nas salas de aula, citou de forma indireta o dono do Twitter/X como exemplo da importância de medidas sobre uso das plataformas e regulamentação das redes sociais.

As declarações do petista foram dadas no debate “Defesa da Democracia, Combatendo os Extremismos” promovido no âmbito da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York (EUA). Lula afirmou que um dos “problemas” das plataformas é o atual sistema de monetização.

“Nós temos que lembrar que um dos problemas das redes sociais é a monetização”, argumentou Lula.

“Tem gente que está ficando muito rica divulgado o ódio, a mentira e inverdades sobre o outro. A monetização da mentira pelas redes digitais tem deixado gente bilionário e milionário”

Nesse sentido, o petista falou sobre a “necessidade urgente da regulamentação” das tecnologias digitais e das plataformas para que elas “cumpram sua função social, em vez de alimentar o ódio e a violência como fazem agora”.

“Precisamos a nível universal, ter uma regulação. Porque de repente você tem um cidadão que se transformou no mais rico do mundo, que ousa desafiar as constituições dos países que não concordam com ele. Onde vamos parar? Onde a democracia vai parar?”, declarou.

Lula defende regulamentação de apostas digitais

O presidente Lula também destacou a necessidade de regulamentação das apostas digitais. Em junho deste ano, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) 2234/2022, o qual autoriza o funcionamento de bingos e de cassinos, além de regularizar jogos de azar, como o Jogo do Bicho, e apostas no Brasil.

“O Brasil sempre foi contra cassino ou qualquer jogo de azar, hoje, através do celular, o jogo está dentro da casa de uma família”, declarou o petista. “Vemos hoje um endividamento das pessoas mais pobres tentando ganhar dinheiro ao fazer apostas e esse é um problema que temos que regular.”

Sem dar detalhes, o chefe do Executivo brasileiro relatou sobre o projeto de proibir celular nas escolas. Brincou que seria um presidente com passeata de crianças contra a medida por “quererem usar o celular”.

“Hoje vemos que uma mãe, quando uma criança chora, em vez de dar um carinho, dá um tablet ou um celular para ela fazer qualquer coisa”, criticou Lula.

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Nunes vê “evidente abuso eleitoreiro” em homenagem a Lula no carnaval

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), fez coro com a oposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos do Niterói, que homenageou o petista no sambódromo Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, na noite de domingo (15/2).

“O Carnaval é uma festa popular de expressão cultural. É algo muito importante e não deve ser usado para campanha eleitoral disfarçada”, disse o prefeito de São Paulo.

Nunes afirmou que o desfile da escola de samba desrespeitou a legislação eleitoral por se tratar de ano eleitoral.

“Foi uma afronta à legislação eleitoral, com ataque a adversários políticos do homenageado, mas que também atinge grande parcela da população que tem opinião política diferente. Em ano eleitoral, é um evidente abuso eleitoreiro com o aval de um governo sem limites para tentar se perpetuar no poder”, criticou.

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“PF não pode virar flanelinha de carro”, diz Octávio Guedes

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O comentarista da GloboNews, Octavio Guedes, criticou uma decisão judicial recente que determinou que materiais apreendidos pela Polícia Federal (PF) ficassem sob custódia na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), e não com a própria polícia.

Em suas redes sociais e no programa Estúdio i de 14 de janeiro de 2026, Guedes afirmou que a “Polícia Federal não pode ser transformada em flanelinha de operação policial, ficando para tomar conta de carro, enquanto o Ministério Público [ou STF] deve tomar conta dos dados sensíveis”.

Guedes citou o receio da corporação de que, ao enviar os arquivos para outra instância, sem acesso direto da PF, os materiais possam ser manipulados ou destruídos remotamente.

A metáfora sugere que a PF estaria apenas “guardando” o carro (o material apreendido) sem poder atuar de fato na investigação, perdendo a autonomia técnica sobre as provas.

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Governo Lula corta R$ 1 bilhão da Farmácia Popular e Programa Pé-de-meia

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O Congresso Nacional aprovou o Orçamento da União para 2026 com previsão de superávit de R$ 34,5 bilhões e cerca de R$ 61 bilhões reservados para emendas parlamentares. Para fechar a conta, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu cortes significativos em programas sociais e educacionais, atingindo em cheio políticas voltadas à população de baixa renda.

Entre os principais impactos está o Farmácia Popular, que terá redução de R$ 500 milhões, mesmo em um cenário de alta no preço dos medicamentos. Na área da educação, o Pé-de-Meia — programa criado para incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio — também perdeu recursos, assim como as bolsas do CAPS, voltadas à formação de professores, que sofreram corte de R$ 300 milhões. Somados, os ajustes nessas áreas chegam a cerca de R$ 1 bilhão.

Outros programas também foram afetados pelo enxugamento. O Auxílio Gás terá R$ 400 milhões a menos no orçamento de 2026, enquanto benefícios obrigatórios, como seguro-desemprego e abono salarial, sofreram cortes próximos de R$ 100 milhões. As reduções atingem justamente políticas voltadas à proteção social e ao consumo básico.

Para analistas, o movimento evidencia um contraste entre o aperto em programas sociais e o reforço de recursos para emendas parlamentares e o fundo eleitoral, em um contexto de aproximação do calendário eleitoral. O cenário tem gerado críticas sobre as prioridades do orçamento e os possíveis impactos diretos na população mais vulnerável.

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