JUDICIARIO
STF reduz pela metade pena de ex-deputado condenado na Lava Jato
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu pela metade a pena de prisão do ex-deputado cearense Aníbal Gomes (foto) na Lava Jato nesta terça-feira, 17 de agosto.
Gomes foi condenado em 2020 a 13 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A pena agora é de cinco anos e dez meses em regime semiaberto.
Na decisão desta terça, a Segunda Turma também mudou a condenação por corrupção passiva.
Gomes agora foi condenado por tráfico de influência, crime que prescreve em dois anos. Portanto, como já passou o prazo de prescrição, Gomes não pode ser punido pelo tráfico de influência.
Condenação
A Segunda Turma do Supremo condenou o deputado licenciado Aníbal Gomes (DEM-CE) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os ministros ainda vão definir a pena na volta do intervalo.
Ele foi acusado de receber propina de R$ 3 milhões de Paulo Roberto Costa ao negociar acordo de profissionais de praticagem (que conduzem navios em portos) que receberam R$ 69 milhões da Petrobras.
Votaram pela condenação todos os cinco ministros da turma. Mas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski entenderam que o político deveria ter sido condenado por tráfico de influência (com pena de 2 a 5 anos de prisão), em vez de corrupção (pena de 2 a 12 anos).
Venceu o voto de Edson Fachin, que propôs condenação mais pesada e foi acompanhado de Celso de Mello e Cármen Lúcia.
BRASIL
Viraliza vídeo de Romeu Zema pedindo a Anistia: “o poder do perdão”
Romeu Zema defendeu a anistia aos envolvidos em 8 de janeiro, destacando “o poder do perdão” e a necessidade de pacificação no país. O governador de Minas Gerais ressaltou que o Brasil precisa seguir em frente, deixando de lado perseguições políticas. O vídeo viralizou, gerando apoio da direita e críticas da esquerda, que insiste em criminalizar manifestantes. Zema se posiciona como voz sensata contra o revanchismo e pela reconciliação nacional.
BRASIL
STF classifica revistas íntimas em presídios como “inadmissíveis” e proíbe a prática
O Supremo Tribunal Federal determinou o fim das revistas íntimas vexatórias em visitantes de presídios, classificando a prática como inconstitucional. Para os ministros, essas abordagens ferem a dignidade humana. A decisão, no entanto, divide opiniões, pois enquanto defensores dos direitos humanos comemoram, setores da segurança pública temem aumento na entrada de ilícitos nas cadeias.
BRASIL
“Alexandre de Moraes quer prender Bolsonaro!”, diz Malafaia
O pastor Silas Malafaia acusou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, de tentar prender Jair Bolsonaro com motivações políticas. Malafaia afirmou que as ações de Moraes representam uma tentativa de silenciar a oposição e enfraquecer o direito à defesa do ex-presidente. Para ele, o ministro estaria abusando de seu poder para perseguir Bolsonaro, em uma demonstração de parcialidade e comprometimento da democracia no país.
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