BRASIL
PT chama de “democrática” farsa eleitoral de Maduro
O partido se antecipou, assim, ao próprio governo Lula, que ainda aguada esclarecimentos que embasem a proclamação da vitória do ditador Nicolás Maduro (foto) pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela.
A nota do PT diz o seguinte: “Temos a certeza de que o Conselho Nacional Eleitoral, que apontou a vitória do presidente Nicolas Maduro, dará tratamento respeitoso para todos os recursos que receba, nos prazos e nos termos previstos na Constituição da República Bolivariana da Venezuela”.
É difícil entender de onde sai essa certeza do PT. Não apenas a oposição foi impedida de acompanhar a apuração dos votos, como o procurador-geral da República denunciou três dos opositores de Maduro por um alegado ataque cibernético durante a contagem dos votos.
Diálogo com a oposição?
“Importante que o presidente Nicolas Maduro, agora reeleito, continue o diálogo com a oposição, no sentido de superar os graves problemas da Venezuela, em grande medida causados por sanções ilegais”, diz o partido na mensagem, que termina assim:
“O PT seguirá vigilante para contribuir, na medida de suas forças, para que os problemas da América Latina e Caribe sejam tratados pelos povos da nossa região, sem nenhum tipo de violência e ingerência externa.”
Protestos
Enquanto o PT celebra a “vitória” de Maduro, a oposição reivindicou a maioria dos votos na eleição presidencial. Os opositores afirmam ter em mãos 70% dos boletins de voto, que atestariam a vitória de Edmundo González Urrutia com mais do que o dobro dos votos de Maduro.
Maria Corina Machado, líder da oposição, declarou que todas as atas disponíveis foram verificadas e digitalizadas para publicação online, para permitir que todos possam ver as provas da derrota de Maduro nas urnas.
Esse anúncio ajudou a fomentar protestos em todo o país, com manifestações intensas em Caracas que foram dispersados pela polícia. Em cidades como Puerto La Cruz e Coro, estátuas de Hugo Chávez foram derrubadas.
BRASIL
Nikolas Ferreira lidera a corrida para governador de Minas Gerais, diz Paraná Pesquisas
Um levantamento realizado pela Paraná Pesquisas revelou o cenário das intenções de voto para a eleição ao governo de Minas Gerais. A pesquisa ouviu eleitores de diversas regiões do estado e possui um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Cenário estimulado 1
No primeiro cenário estimulado, em que os candidatos são listados:
- Nikolas Ferreira – 39,4%
- Alexandre Kalil – 20,0%
- Rodrigo Pacheco – 15,2%
- Brancos/Nulos – 11,7%
- Não sabe/Não respondeu – 4,6%
Cenário estimulado 2
No segundo cenário estimulado, em que os eleitores escolhem entre os nomes apresentados, os resultados foram os seguintes:
- Cleitinho – 39,7%
- Alexandre Kalil – 19,3%
- Rodrigo Pacheco – 14,6%
- Nenhum/Branco/Nulo – 11,8%
- Não sabe/Não respondeu – 4,8%
Avaliação do governo Zema
A pesquisa também mediu a percepção dos mineiros sobre a gestão do governo Zema:
- Aprovação – 64,6%
- Desaprovação – 31,6%
- Não souberam responder – 3,8%
O levantamento ainda apresenta uma análise segmentada do eleitorado, considerando gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico dos entrevistados, oferecendo um panorama detalhado das preferências políticas em Minas Gerais.
BRASIL
Sóstenes Cavalcante, líder do PL, confirma que já tem os votos suficientes para aprovar o PL da Anistia
Sóstenes Cavalcante, líder do PL, anunciou que o partido já garantiu os votos necessários para aprovar o polêmico PL da Anistia, que visa anistiar políticos e empresários envolvidos em crimes eleitorais, incluindo os do chamado “bolsonarismo”. A proposta é vista por críticos como uma tentativa de enfraquecer investigações e proteger aliados. No entanto, Cavalcante defende que a medida é essencial para a estabilidade política e a pacificação do país. O PL espera votação favorável nas próximas semanas.
BRASIL
Vídeo de Advogado reagindo a “imparcialidade de Alexandre de Moraes” viraliza nas redes
Um vídeo de um advogado reagindo à suposta “imparcialidade” do ministro Alexandre de Moraes viralizou nas redes sociais. No vídeo, o jurista expõe contradições nas decisões do ministro e questiona sua postura, que, segundo ele, favorece um lado político enquanto persegue opositores. A repercussão foi imediata, com milhares de internautas criticando o STF e denunciando o que consideram um uso político do Judiciário para silenciar vozes contrárias ao governo.
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