BRASIL
Pacheco: ‘Moraes tem sido um defensor incansável da democracia’
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elogiou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em evento na última sexta-feira, 30, mesmo dia em que o ministro bloqueou o Twitter/X no Brasil.
“Alexandre de Moraes tem sido um defensor incansável da democracia”, afirmou Pacheco, durante evento do Ministério Público (MP).
Além disso, ele afirmou que as decisões do ministro são “importantes para a “preservação dos valores democráticos no Brasil”.
“Pela notoriedade alcançada pelo ministro como alguém que foi muito importante para a Justiça Eleitoral naquele instante, que é muito importante para o STF, que possamos somar os esforços entre os poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, para entregarmos o Brasil ao ambiente do diálogo, da civilidade, do respeito às instituições”, afirmou o senador.
Pacheco diz que Moraes é “doutrinador do direito”
Ainda segundo Pacheco, o ministro do STF “atingiu a notoriedade pública como doutrinador de direito”.
“Quando eu começava na faculdade de direito, já havia o livro do ministro Alexandre de Moraes competindo com manuais já antigos e reconhecidos, e a turma jovem estudando pelo livro do ministro”, afirmou. “Isso, seguramente, é algo muito singular.”
Outros participantes do evento
O evento contou ainda com a presença de figuras como o ex-presidente Michel Temer (MDB), responsável pela indicação de Alexandre de Moraes ao STF, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Pacheco prestou o elogio em meio à pressão pelo impeachment do ministro, que se intensificou nos últimos dias. Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, o magistrado usou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de forma ilegal para investigar apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Aliados de Pacheco dizem que o senador não tem qualquer intenção de colocar o pedido de impeachment em pauta.
BRASIL
Hugo Motta “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo” ao negociar Anistia, diz Deputado Sanderson (PL-RS)
O deputado Sanderson (PL-RS) criticou a postura de Hugo Motta ao negociar a Anistia, afirmando que o colega “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo”. Segundo Sanderson, Motta estaria tentando agradar a ambos os lados, sem compromisso claro com os princípios conservadores. Para o parlamentar, esse tipo de atitude enfraquece a confiança do povo nas lideranças e nos processos políticos, e é necessário que os políticos se posicionem de forma firme e coerente com suas ideologias.
BRASIL
Nikolas Ferreira lidera a corrida para governador de Minas Gerais, diz Paraná Pesquisas
Um levantamento realizado pela Paraná Pesquisas revelou o cenário das intenções de voto para a eleição ao governo de Minas Gerais. A pesquisa ouviu eleitores de diversas regiões do estado e possui um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Cenário estimulado 1
No primeiro cenário estimulado, em que os candidatos são listados:
- Nikolas Ferreira – 39,4%
- Alexandre Kalil – 20,0%
- Rodrigo Pacheco – 15,2%
- Brancos/Nulos – 11,7%
- Não sabe/Não respondeu – 4,6%
Cenário estimulado 2
No segundo cenário estimulado, em que os eleitores escolhem entre os nomes apresentados, os resultados foram os seguintes:
- Cleitinho – 39,7%
- Alexandre Kalil – 19,3%
- Rodrigo Pacheco – 14,6%
- Nenhum/Branco/Nulo – 11,8%
- Não sabe/Não respondeu – 4,8%
Avaliação do governo Zema
A pesquisa também mediu a percepção dos mineiros sobre a gestão do governo Zema:
- Aprovação – 64,6%
- Desaprovação – 31,6%
- Não souberam responder – 3,8%
O levantamento ainda apresenta uma análise segmentada do eleitorado, considerando gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico dos entrevistados, oferecendo um panorama detalhado das preferências políticas em Minas Gerais.
BRASIL
Sóstenes Cavalcante, líder do PL, confirma que já tem os votos suficientes para aprovar o PL da Anistia
Sóstenes Cavalcante, líder do PL, anunciou que o partido já garantiu os votos necessários para aprovar o polêmico PL da Anistia, que visa anistiar políticos e empresários envolvidos em crimes eleitorais, incluindo os do chamado “bolsonarismo”. A proposta é vista por críticos como uma tentativa de enfraquecer investigações e proteger aliados. No entanto, Cavalcante defende que a medida é essencial para a estabilidade política e a pacificação do país. O PL espera votação favorável nas próximas semanas.
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