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Justiça de São Paulo rejeita ação contra escola cívico-militar

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A Justiça de São Paulo decidiu que a ação civil pública do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e da Defensoria Pública contra o Programa Escola Cívico-Militar, do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), é improcedente.

A decisão do juiz Márcio Ferraz Nunes, da 16ª Vara da Fazenda Pública, foi publicada na última sexta-feira, 19, data em que a ação foi protocolada, relata o Metrópoles.

O juiz Nunes considerou que os autores da ação não têm legitimidade para pedir a nulidade do programa. Além disso, segundo ele, o juízo de primeiro grau não possui competência para analisar a questão. A ação foi apresentada pelo Grupo Especial de Atuação de Educação (Geduc) do MPSP e pelo Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública estadual.

No processo, promotores e defensores públicos afirmaram que o programa “afronta princípios e regras da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, além dos Planos Nacional e Estadual de Educação”.

O projeto, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 21 de maio, prevê que policiais militares participem da educação dos alunos, ensinando disciplinas relacionadas à ética e ao civismo.

A ação afirmava que o texto aprovado pela Alesp excede os limites regulamentares dos deputados e do governador, o que o torna, portanto, ilegal. Além disso, os promotores solicitaram a suspensão liminar da consulta de interesse que o Estado realiza nas escolas estaduais, prossegue o portal. Todos os pedidos foram negados pelo juiz Nunes.

Contestações ao programa

No início de junho, a legalidade do programa foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) em duas ações movidas por parlamentares do Psol e do PT. A Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu um parecer em que declarava o programa inconstitucional. A alegação era de que ele invade a competência do governo federal para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional.

O governo estadual, no entanto, diz que o programa não altera o currículo escolar. O processo no STF está sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes e ainda não foi concluído.

A ação também pedia a suspensão da consulta de interesse nas escolas estaduais. O STF analisa a legalidade do programa. A AGU declarou o programa inconstitucional. Já o governo de São Paulo defende a constitucionalidade do programa.

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Nos bastidores, Hugo Motta atua contra a tramitação da Anistia

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Nos bastidores, o deputado Hugo Motta tem agido ativamente contra a tramitação da Anistia, causando preocupação entre os aliados que defendem a proposta. Embora tenha se mostrado favorável publicamente, Motta estaria, de fato, dificultando o avanço da medida, alinhando-se a interesses contrários à sua aprovação. Essa postura contraditória tem gerado críticas, com muitos acusando o parlamentar de agir de forma estratégica para agradar diferentes grupos, sem compromisso real com a causa.

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Hugo Motta “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo” ao negociar Anistia, diz Deputado Sanderson (PL-RS)

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O deputado Sanderson (PL-RS) criticou a postura de Hugo Motta ao negociar a Anistia, afirmando que o colega “acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo”. Segundo Sanderson, Motta estaria tentando agradar a ambos os lados, sem compromisso claro com os princípios conservadores. Para o parlamentar, esse tipo de atitude enfraquece a confiança do povo nas lideranças e nos processos políticos, e é necessário que os políticos se posicionem de forma firme e coerente com suas ideologias.

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Nikolas Ferreira lidera a corrida para governador de Minas Gerais, diz Paraná Pesquisas

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Um levantamento realizado pela Paraná Pesquisas revelou o cenário das intenções de voto para a eleição ao governo de Minas Gerais. A pesquisa ouviu eleitores de diversas regiões do estado e possui um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Cenário estimulado 1
No primeiro cenário estimulado, em que os candidatos são listados:

  • Nikolas Ferreira – 39,4%
  • Alexandre Kalil – 20,0%
  • Rodrigo Pacheco – 15,2%
  • Brancos/Nulos – 11,7%
  • Não sabe/Não respondeu – 4,6%

Cenário estimulado 2
No segundo cenário estimulado, em que os eleitores escolhem entre os nomes apresentados, os resultados foram os seguintes:

  • Cleitinho – 39,7%
  • Alexandre Kalil – 19,3%
  • Rodrigo Pacheco – 14,6%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 11,8%
  • Não sabe/Não respondeu – 4,8%

Avaliação do governo Zema
A pesquisa também mediu a percepção dos mineiros sobre a gestão do governo Zema:

  • Aprovação – 64,6%
  • Desaprovação – 31,6%
  • Não souberam responder – 3,8%

O levantamento ainda apresenta uma análise segmentada do eleitorado, considerando gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico dos entrevistados, oferecendo um panorama detalhado das preferências políticas em Minas Gerais.

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