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POLÍTICA

Tagliaferro diz que Moraes “pode tirar a sua vida” se volta ao Brasil

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O ex-deputado estadual Fernando Tagliaferro fez uma declaração polêmica ao afirmar que teme pela própria segurança caso retorne ao Brasil. Segundo ele, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “pode tirar a sua vida”.

A fala foi dada em meio a críticas ao que Tagliaferro chama de perseguição política e jurídica por parte da Corte. O ex-parlamentar, que atualmente vive fora do país, sustenta que não há garantias de liberdade nem de segurança para opositores do atual sistema de poder.

“Se eu voltar ao Brasil, minha vida corre risco. Alexandre de Moraes pode tirar a minha vida”, declarou.

A acusação aumenta a tensão entre setores da oposição e o Supremo, que nos últimos anos se tornou alvo de frequentes ataques por decisões consideradas por críticos como abusivas. Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou sobre as declarações de Tagliaferro.

POLÍTICA

Equador rompe estatuto migratório com a Venezuela e fecha as portas para milhares de imigrantes

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O governo do Equador anunciou nesta sexta-feira a suspensão do estatuto migratório especial firmado com a Venezuela, medida que impactará diretamente milhares de imigrantes que buscavam regularizar sua permanência no país. A decisão, segundo Quito, foi tomada em meio ao aumento da pressão sobre os serviços públicos, agravada pela crise econômica e pela insegurança que atinge o território equatoriano.

O estatuto havia sido criado para oferecer um canal de legalização e proteção a venezuelanos que fugiam da crise humanitária no país vizinho, garantindo acesso a serviços básicos e a autorizações de trabalho. Com o rompimento do acordo, novas solicitações serão bloqueadas e muitos imigrantes poderão ficar em situação irregular.

Segundo dados oficiais, mais de meio milhão de venezuelanos vivem atualmente no Equador. Organizações de direitos humanos alertam que a medida pode empurrar milhares de famílias para a clandestinidade, aumentando sua vulnerabilidade à exploração laboral e ao tráfico humano.

A decisão também ocorre em um contexto político delicado: o presidente equatoriano, Daniel Noboa, tem endurecido seu discurso migratório após o avanço da violência ligada ao narcotráfico no país, frequentemente associado por autoridades locais à presença de estrangeiros.

A chancelaria venezuelana ainda não se pronunciou oficialmente sobre a medida, mas especialistas afirmam que a decisão pode tensionar ainda mais as relações diplomáticas entre Quito e Caracas.

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POLÍTICA

Carlos Bolsonaro diz que pai está sem vontade de se alimentar e com crise de vômitos

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Às vésperas do início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela 1ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF), seu filho Carlos, que é vereador pelo Rio de Janeiro, foi às redes sociais para expor a condição de saúde e psicológica do pai, que está em prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

“O velho está magro, não tem vontade de se alimentar e segue enfrentando intermináveis crises de soluço e vômitos. Dói demais ver tudo isso, mas sinto como obrigação compartilhar um pouco da realidade do momento com todos que estão sofrendo junto conosco”, escreveu no X.

Carlos, chamado pelo pai, de Zero 2 (é seu segundo filho), disse que estava com saudade de visitar seu pai, mesmo tendo passado apenas uma semana desde a última vez que o encontrou. “Hoje tive novamente a oportunidade de estar com ele em sua prisão domiciliar ilegal e desumana, ficando um pouco ao seu lado – às vezes conversando, às vezes apenas em silêncio”, comentou.

Ele ainda agradeceu pelas orações dos apoiadores nas redes e conclamou: “continuem firmes!”.

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POLÍTICA

Empresa investigada por elo com PCC se reuniu com Galípolo e Padilha

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A Reag Investimentos, citada na Operação Carbono Oculto da Polícia Federal, participou de reuniões com membros do governo federal, incluindo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando este ainda estava na Secretaria de Relações Institucionais.

As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles. Segundo a agenda oficial, Galípolo recebeu o fundador da Reag, João Carlos Falpo Mansur, em 12 de agosto, para tratar de “assuntos institucionais”. Mansur é apontado pela PF como gestor de fundos usados para lavagem de dinheiro por meio da refinaria Copape.

Desde 2023, representantes da Reag se reuniram com órgãos como CVM, ANTT, Ministério dos Transportes e Planalto. Em novembro de 2024, a empresa esteve em encontro no Palácio do Planalto com Padilha e representantes chineses.

A Reag se apresenta como “a maior gestora independente do Brasil”, com R$ 340 bilhões sob gestão.

A Operação Carbono Oculto investiga esquemas de lavagem envolvendo fintechs, fundos e empresas de combustíveis. Segundo a PF, organizações criminosas como o PCC se beneficiavam de operações ilegais com apoio de estruturas financeiras paralelas. A Reag e o BK Bank estão entre os alvos.

A Reag afirma que atua conforme a lei e colabora com as investigações. O Banco Central, por sua vez, declarou que realiza reuniões com diversos setores e que alguns temas são protegidos por sigilo empresarial.

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