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POLÍTICA

PCC controla R$ 30 bilhões e Lula recusou pedido dos EUA para classificar PCC como terroristas

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O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, recusou recentemente um pedido do governo dos Estados Unidos para classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organização terrorista. A solicitação americana, feita em maio de 2025, tinha como objetivo permitir a aplicação de sanções mais severas contra a facção criminosa, que controla aproximadamente R$ 30 bilhões em atividades ilícitas e atua em diversos estados do Brasil e em pelo menos 12 estados norte-americanos, incluindo Nova York, Flórida e Massachusetts.

Segundo autoridades brasileiras, a legislação nacional define terrorismo como ações motivadas por interesses políticos, religiosos, raciais ou ideológicos com o objetivo de provocar terror social. Como as atividades do PCC e do Comando Vermelho são movidas por interesses financeiros e não por ideologias, essas organizações não se enquadram na definição legal de terrorismo no Brasil.

O governo enfatizou que o combate ao crime organizado deve seguir os parâmetros da legislação nacional, respeitando a soberania jurídica do país e a autonomia na definição de políticas de segurança pública. Em resposta, os Estados Unidos indicaram que poderão prosseguir unilateralmente com a classificação das facções como organizações terroristas, aplicando sanções econômicas e legais contra indivíduos e entidades associadas, mesmo sem a aprovação formal do Brasil.

Especialistas apontam que a decisão evidencia diferenças nas abordagens de combate ao crime organizado entre os dois países, refletindo tensões entre cooperação internacional e a defesa da soberania nacional.

POLÍTICA

Casa Branca pública vídeo exibindo a força de sua presença no Caribe, intimidando a Venezuela

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A Casa Branca publicou nesta sexta-feira (29) um vídeo destacando a presença militar dos Estados Unidos no Caribe. As imagens mostram navios de guerra e aeronaves da Marinha americana em operação na região, como parte de uma estratégia de dissuasão diante das movimentações do regime de Nicolás Maduro.

De acordo com analistas, o material divulgado tem o objetivo de demonstrar poder militar e enviar um recado direto a Caracas, em meio às tensões envolvendo disputas territoriais e a instabilidade política na Venezuela.

O governo dos EUA já havia reforçado sua presença no Caribe com exercícios conjuntos e operações de combate ao narcotráfico, mas a publicação do vídeo pela Casa Branca eleva o tom simbólico da mensagem, ao enfatizar que Washington está atento a qualquer ameaça regional.

A iniciativa ocorre em um contexto de crescente pressão internacional sobre o regime de Maduro, acusado de violações de direitos humanos e de estreitar laços militares com aliados como Rússia, China e Irã.

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POLÍTICA

Advogado do Rumble e Trump Média afirma ter processado Moraes no CPF, porque o Ministro atuou fora de suas funções oficiais ao descumprir leis brasileiras, americanas e tratados internacionais

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O advogado que representa a plataforma Rumble e a Trump Media & Technology Group anunciou que ingressou com uma ação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em caráter pessoal, utilizando o CPF do magistrado.

Segundo a defesa, Moraes teria agido fora de suas funções institucionais ao adotar medidas que, na avaliação das empresas, violam leis brasileiras, normas jurídicas norte-americanas e tratados internacionais que asseguram a liberdade de expressão.

O processo busca responsabilizar o ministro por decisões que, de acordo com os advogados, extrapolam os limites constitucionais do cargo e configurariam censura contra plataformas digitais.

Até o momento, não houve manifestação oficial do STF nem do gabinete de Alexandre de Moraes sobre a iniciativa.

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POLÍTICA

Governo afunda em déficit de R$ 59 bilhões em julho e estatais batem recorde de rombo, sinalizando crise fiscal

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O governo federal encerrou o mês de julho com um déficit primário de R$ 59,1 bilhões, o pior resultado para o período desde 2020, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (28). O resultado reforça a pressão sobre as contas públicas e acende um alerta sobre o cumprimento da meta fiscal.

O rombo foi impulsionado por um aumento de 28,3% nas despesas públicas, corrigidas pela inflação, em comparação com julho do ano passado. Os gastos foram puxados por pagamentos de precatórios, benefícios previdenciários e outras transferências obrigatórias. Do outro lado, a receita líquida cresceu apenas 3,9%, ritmo insuficiente para equilibrar as contas.

No acumulado de 12 meses, o déficit primário já soma R$ 34,1 bilhões, equivalente a 0,3% do PIB. O número supera o limite de tolerância da meta fiscal fixada pelo governo, que previa saldo zero com margem de ±0,25% do PIB.

O quadro fiscal se agrava ainda mais com o desempenho das estatais federais, que acumulam déficits históricos em 2025. Somente entre janeiro e abril, o setor registrou rombo de R$ 2,73 bilhões, o pior início de ano desde o início da série histórica em 2002. No primeiro semestre, as estatais fecharam no vermelho em R$ 3,9 bilhões, também recorde negativo.

Analistas apontam que a combinação de gastos crescentes, arrecadação em ritmo moderado e perdas em empresas públicas compõe um cenário de crise fiscal estrutural, que pode comprometer a confiança de investidores e aumentar a pressão sobre a política monetária.

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