POLÍTICA
Se 2º turno fosse hoje, Nunes (MDB) venceria tanto Boulos (Psol) quanto Marçal (PRTB)
No último levantamento antes da realização do primeiro turno, o Paraná Pesquisas projetou cenários de segundo turno entre os três candidatos mais bem posicionados em intenções de voto na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Segundo o material divulgado nesta sexta-feira, 4, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) superaria o deputado federal Guilherme Boulos (Psol) e o empresário Pablo Marçal (PRTB).
Em uma hipotética disputa contra o psolista, o emedebista venceria por 50,6% a 35,3%. Diante dessa possiblidade, 9,5% votariam em branco ou anulariam, enquanto 4,6% não souberam responder ou não quiseram participar da pesquisa.
Caso a realização do segundo turno fosse hoje, Nunes superaria Marçal por uma diferença ainda maior. De acordo com o levantamento, o prefeito alcançaria a preferência de 53,1% do eleitorado. O empresário, por sua vez, teria 28,9%. Conforme o instituto, 13,5% aparecem no bloco de nenhum/branco/nulo. Já a parcela de não sabe/não respondeu é de 4,6%.
A equipe do Paraná Pesquisas também projetou a possibilidade de segundo turno entre Boulos e Marçal. Nesse sentido, o psolista levaria a melhor. Conforme o levantamento, o deputado federal teria 44,6% contra 38,2% do representante do PRTB. Para essa configuração, a parcela de brancos e nulos subiria para 12,7%. Por fim, 4,5% não souberam ou não quiseram responder.
Nunes, Boulos e Marçal aparecem em condição de empate técnico para o primeiro turno. De acordo com o Paraná Pesquisas, eles registram 26,8%, 26% e 24,2%, respectivamente. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Dados da pesquisa que mostra Nunes à frente de Boulos e Marçal no 2º turno
Para mapear as intenções de voto em hipotéticos cenários de segundo turno na disputa para a Prefeitura de São Paulo, o Paraná Pesquisas entrevistou 1,5 mil pessoas na capital paulista. O trabalho de campo ocorreu, a saber, de 30 de setembro a 3 de outubro.
Fora a já mencionada margem de erro, de 2,6 pontos porcentuais, o instituto alega que o grau de confiança do material é de 95%.
A empresa informa, além disso, que registrou a pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral. O código SP-09433/2024 é o protocolo de acompanhamento nesse sentido.
POLÍTICA
“Julgamento da suposta trama golpista foi uma das maiores farsas que já vi na história do Brasil”, diz Senador General Mourão
Em entrevista e postagens nas redes sociais, o senador e ex-vice-presidente da República, Hamilton Mourão, classificou o julgamento da suposta “trama golpista” que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados como “uma farsa jurídica” e uma “vingança política”. Segundo Mourão, “uma parcela da justiça brasileira se tornou instrumento e arma da vingança política”, transformando, na sua visão, divergências ideológicas e disputas políticas em “condutas criminosas”. 
Para ele, o processo estaria “viciado”, com falhas graves em sua neutralidade, e a condenação – já mantida por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – representa um precedente perigoso para a liberdade de expressão e para o funcionamento da democracia. 
Além disso, o senador defendeu a aprovação de um projeto de lei de anistia para os envolvidos, afirmando que essa seria “a única saída” diante do veredito. “A anistia é fundamental”, declarou. 
POLÍTICA
“General Estevam Theofilo foi o único absolvido com base na delação de Mauro Cid, todos os outros foram presos com base na mesma delação, você sabe o por quê?”, questiona Luca Antonieto
A pergunta levantada por Luca Antonieto — sobre por que o general Estevam Theophilo foi o único absolvido enquanto outros foram condenados com base na delação de Mauro Cid — reflete um dos principais pontos de discussão do julgamento no STF.
O general foi absolvido de forma unânime pela Primeira Turma porque, segundo o relator Alexandre de Moraes, não havia provas suficientes além da delação para sustentarem a condenação. O Supremo concluiu que o material apresentado pela PGR e pela Polícia Federal era frágil e não demonstrava que Theophilo tivesse tomado qualquer ato concreto para apoiar uma ruptura institucional, apesar de ocupar o comando do COTER, unidade estratégica do Exército.
Nos demais casos, o Tribunal considerou a existência de evidências adicionais — como mensagens, documentos, registros de articulação logística ou participação direta nos planos — que, somadas ao depoimento de Mauro Cid, formaram um conjunto probatório mais consistente.
A absolvição isolada de Theophilo gerou debates sobre possível disparidade de critérios, enquanto sua defesa classificou o resultado como um reconhecimento da falta de provas e do respeito ao devido processo legal.
POLÍTICA
Trump declara espaço aéreo da Venezuela “Fechado”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (29) que o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela deve ser considerado fechado, em meio a um confronto crescente com o presidente esquerdista Nicolás Maduro.
“A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem O ESPAÇO AÉREO ACIMA E AO REDOR DA VENEZUELA COMO FECHADO EM SUA TOTALIDADE”, escreveu Trump em sua rede Truth Social.
Desde o início de setembro, o governo Trump aumentou a pressão sobre a Venezuela com o envio de uma frota militar ao Mar do Caribe como parte, segundo Washington, de sua luta contra o narcotráfico, incluindo o maior porta-aviões do mundo.
O governo Trump afirma que seu objetivo é interromper o tráfico de drogas procedente do país sul-americano, mas Caracas afirma que Washington busca uma mudança de regime.
Desde o início da mobilização da frota militar, as forças americanas mataram pelo menos 83 pessoas em mais de 20 ataques contra supostas ‘narcolanchas’, no Caribe e no leste do Pacífico.
Washington não apresentou nenhuma evidência de que as embarcações atingidas eram utilizadas para transportar drogas ou representavam uma ameaça aos Estados Unidos.
O jornal New York Times informou na sexta-feira (28) que Trump e Maduro tiveram uma conversa telefônica na semana passada, durante a qual abordaram uma possível reunião nos Estados Unidos.
A notícia sobre a ligação entre Trump e Maduro foi divulgada um dia após o presidente americano ter afirmado que os esforços para deter o tráfico de drogas venezuelano por terra eram iminentes, o que aumentou ainda mais as tensões com Caracas.
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