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POLÍTICA

Janja expulsou filha de Lula de reservado do camarote e vetou ministros, diz Folha de São Paulo

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A primeira-dama Janja da Silva expulsou Lurian da Silva, a filha mais velha de Lula, da sala reservada ao presidente no camarote da prefeitura do Rio de Janeiro no Sambódromo.

As duas se desentenderam na noite de domingo (15), quando o petista foi homenageado pela Acadêmicos de Niterói.

Autoridades do governo, amigos e familiares de Lula foram convidados para ir ao camarote para ver o desfile. O presidente, no entanto, estava em uma sala reservada e de circulação restrita. Para entrar nela era preciso a autorização do presidente e de Janja.

De acordo com relatos feitos à coluna Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, Lurian entrou no ambiente reservado para cumprimentar o pai. Ela estava com Thiago, neto do presidente —ele é filho de Marcos, o primogênito de Lula.

Ao ver que a filha pretendia ficar mais tempo no espaço, Janja falou que o momento não era para conversas mais longas, mas sim para dar um beijo e ir embora.

Lurian então reagiu, afirmando que queria conversar com o pai. Janja replicou e, segundo ainda relatos, afirmou, subindo o tom: “Aqui não é lugar para isso”. E pediu que Lurian saísse da sala.

As duas então começaram a discutir, diante do presidente, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e da mulher dele, Lu Alckmin.

Lurian também subiu o tom. Em resposta, disse que Janja não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos.

Como a porta estava aberta, a discussão pôde ser ouvida por diversos assessores, da Presidência e da prefeitura.

Apesar da tentativa de manter a discrição, a história se alastrou pelo camarote.

O clima estava ruim também do lado de fora, com diversos ministros esperando para falar com Lula, sem conseguir. O ambiente, segundo um deles, estava pesado. A explicação que recebiam era a de que a primeira-dama não queria tumulto na sala em que o casal estava, que era pequena.

Eles conseguiam falar com o presidente quando ele saía do espaço reservado e circulava pela área mais ampla do camarote.

POLÍTICA

Janja utilizou aeronave da FAB para visitar barracão de escola que homenageou Lula

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A primeira-dama Janja da Silva utilizou uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), em 6 de outubro, para cumprir compromissos no Rio de Janeiro que incluíram visita ao barracão da Acadêmicos de Niterói, escola que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval de 2026.

No mesmo deslocamento estavam as ministras Anielle Franco, da Igualdade Racial, e Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia. Elas acompanharam Janja tanto na ida ao barracão quanto em evento oficial sobre meio ambiente.

O voo foi solicitado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. No pedido formal encaminhado à FAB, a pasta citou apenas a participação no lançamento da Conferência da Década dos Oceanos de 2027. O documento não faz menção à visita à escola de samba. A primeira-dama participou da conferência como “enviada especial da COP”.

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POLÍTICA

André Mendonça devolve à CPMI do INSS acesso a dados sigilosos de Daniel Vorcaro

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no INSS o acesso a dados sigilosos sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master que estão sob custódia da presidência do Senado.

Na decisão, Mendonça determina que o Congresso entregue os documentos à Polícia Federal, que fará o compartilhamento com a CPMI.

Há nesses arquivos dados bancários, fiscais e telefônicos de Vorcaro. A quebra dos sigilos do banqueiro foi aprovada pela própria CPMI em dezembro. Mas as informações estavam sob custódia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por decisão de Dias Toffoli, que era o relator do caso Master.

Mendonça já era o relator no STF do inquérito que apura fraudes no INSS e assumiu também o caso Master, que herdou de Toffoli na semana passada.

DETERMINO à Presidência do Congresso Nacional que proceda à imediata entrega às autoridades da Polícia Federal que estão investigando diretamente os fatos relacionados à Operação Sem Desconto de todos os elementos informativos oriundos das quebras de sigilo mencionadas nesta decisão, estejam eles em meio físico ou digital, não devendo permanecer com qualquer cópia do citado material”, diz o ministro.

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POLÍTICA

Transparência internacional acusa Moraes de autoritarismo

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A Transparência Internacional – Brasil tem feito críticas contundentes à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando algumas de suas decisões como abusivas e autoritárias.

Com base nas informações mais recentes (até fevereiro de 2026), os principais pontos de crítica da organização incluem:

Intimação de líder sindical (Fevereiro 2026): A organização criticou duramente a decisão de Moraes que determinou a intimação de Kléber Cabral, presidente da Unafisco, para depor na Polícia Federal após declarações críticas ao STF. A Transparência Internacional considerou a ordem um exemplo de “autoritarismo estarrecedor” e abuso de poder.

Condução de inquéritos: A organização tem apontado que o uso contínuo de “medidas excepcionais” e inquéritos abertos de ofício (como o das fake news) ultrapassa limites constitucionais, comprometendo o estado de direito.

Prisão de opositores: A Transparência Internacional já classificou decisões de prisão domiciliar contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, determinadas por Moraes, como baseadas em “fundamentos jurídicos frágeis” e preocupantes.

Abuso nos processos do 8 de janeiro: A organização criticou abusos processuais nas investigações sobre os atos de 8 de janeiro, exigindo que a defesa da democracia não se torne uma práticas.

O relatório mais recente (fevereiro de 2026) da ONG aponta um ambiente de “autoritarismo estarrecedor” vindo do STF, sinalizando um acirramento na avaliação da organização sobre as ações de Alexandre de Moraes.

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