POLÍTICA
Brasil perdeu a patente internacional da polilaminina após cortes de recursos na UFRJ durante governo do PT
A doutora e pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio disse que o Brasil perdeu a patente internacional da polilaminina por falta de verba na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela deu declarações durante o programa Conversas com Hildgard Angel, da TV 247, em janeiro de 2026.
O episódio, conforme relatado por ela, ocorreu nas gestões da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e de Michel Temer (MDB) porque a universidade não teve verba.
Nós fizemos um pedido de patente em 2007, quando estava muito longe ainda de ter um efeito, muito longe de testar em humanos. Estava bem no início do projeto. (…) A patente foi concedida em 2025. Foram 18 anos! Nós temos. Só que uma patente só dura 20 anos. (…) Essa patente é nacional. Nós fizemos a nacional, depois fizemos a internacional, tudo dentro do prazo.
Questionada se a patente já foi concedida, ela respondeu:
– Não porque a UFRJ teve um corte de recursos. Em particular, foram muito cortados na época de 2015, 2016, e aí não tinha dinheiro para pagar. Então, parou de pagar as patentes internacionais. Então, nós perdemos as patentes.
POLÍTICA
Jeffrey Chiquini afirma que Moraes blindou sua mulher com operação contra auditores
O advogado e professor de Processo Penal Jeffrey Chiquini afirmou que a operação conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra auditores da Receita Federal teria tido como efeito blindar sua esposa, Viviane Barci de Moraes, de eventuais investigações relacionadas a um contrato de R$ 129 milhões firmado com o Banco Master.
Segundo Chiquini, a medida teria sido adotada de forma acelerada com o objetivo de impedir questionamentos futuros sobre a relação contratual entre Viviane e a instituição financeira ligada a Daniel Vorcaro.
POLÍTICA
“Ministros do STF estariam com medo do Alexandre de Moraes”, diz André Marsiglia
O jurista e comentarista André Marsiglia tem afirmado em suas análises recentes que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estariam sentindo receio ou medo das ações e da influência do ministro Alexandre de Moraes dentro da Corte.
De acordo com Marsiglia, esse medo se baseia na possibilidade de Alexandre de Moraes investigar ou monitorar seus próprios colegas de tribunal, utilizando dossiês e relatórios de inteligência, comportamento que geraria desconfiança nos bastidores.
Marsiglia citou que ministros estariam “apavorados” com a possibilidade de se tornarem alvos de sanções internacionais, como as da Lei Magnitsky (que pune violações de direitos humanos e corrupção com bloqueio de bens e vistos), após ações polêmicas de Moraes, o que tem gerado um clima de tensão e insatisfação no STF.
POLÍTICA
Receita Federal desmente STF e diz que: “Não houve acesso a dados, mas Moraes mandou prender servidores mesmo assim”
A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Federal, apura desvios no acesso a dados fiscais de ministros do STF, confirmando que vazamentos são auditáveis. A operação, ordenada por Alexandre de Moraes, focou em servidores por acessos ilícitos, com medidas cautelares como afastamento de funções e uso de tornozeleiras.
Investigação em Curso: A Receita Federal confirmou que realiza, em parceria com a Polícia Federal, auditoria em seus sistemas após pedidos do STF para identificar desvios de dados de ministros e familiares.
O que diz o STF/Moraes: Segundo o STF, investigações preliminares indicaram múltiplos acessos ilícitos e vazamento de informações sigilosas sem justificativa legal.
Ação de Moraes: O ministro Alexandre de Moraes determinou buscas e apreensões, além de medidas cautelares (afastamento, tornozeleira, proibição de saída do país) contra servidores da Receita, baseando-se no inquérito de apuração de condutas.
Posicionamento da receita: A instituição afirmou que seus sistemas permitem rastrear qualquer desvio, sendo auditável e punível, e que colabora com as investigações para identificar os responsáveis pelo acesso indevido.
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